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Este Blog é composto de vários tipos de textos, dentre eles: Textos Pessoais, científicos, religiosos e textos históricos.

MATÉRIAS COMENTADAS: Psicopedagogia, filosofia, teologia, sociologia, educação, cultura, lazer, diversão, pensamentos, reflexões, dicas de beleza, receitas.......e meus monólogos.......

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Este Blog espera ser um espaço de liberdade de expressão para todos os admiradores e que acompanham o desenvolvimento da educação no Brasil. Aqui discutiremos, constantemente como os povos e sociedades ao longo de toda a história da humanidade, lutam em busca de melhorias na educação, enfim, ambiente de conversas sobre usos dos novos meios de informação e comunicação em educação.
Espero ansiosa suas colaborações e acima de tudo sua criticidade objetiva.
Ressaltando que, alguns textos e imagens aqui postados não são de minha autoria, se são seus, ou se você conhece autoria, entre em contato que ficarei feliz em dar os devidos créditos.
A leitura e a reescrita das temáticas sugeridas neste blog, serão para todos nós instrumentos de avaliação, onde educador e educando se relacionarão, e aperfeiçoarão seus conhecimentos e experiências cognitivas.

Entre e fique a vontade.
Boa navegação e pesquisa.

Psicopedagoga : Maria Maura

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domingo, 22 de março de 2009

A cigarra e a formiga


Sujeito trabalhando pesado vê outro deitado numa rede,na maior folga e diz:- Você sabia que a preguiça é um dos sete pecados capitais?E o outro sem nem se mexer lhe responde:- A inveja também!!!


A Cigarra e a Formiga (A Formiga Boa - Monteiro Lobato)

Houve uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao pé do formigueiro. Só parava quando cansadinha; e seu divertimento era observar as formigas na eterna faina de abastecer as tulhas.Mas o bom tempo afinal passou e vieram as chuvas. Os animais todos, arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas.
A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, deliberou socorrer-se de alguém.Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro.
Bateu – tique, tique, tique...Aparece uma formiga friorenta, embrulhada num xalinho de paina. Que quer?
– perguntou, examinando a triste mendiga suja de lama e a tossir.
- Venho em busca de agasalho. O mau tempo não cessa e eu...A formiga olhou-a de alto a baixo.- E que fez durante o bom tempo que não construiu a sua casa?A pobre cigarra, toda tremendo, respondeu depois dum acesso de tosse.- Eu cantava, bem sabe...
- Ah!... exclamou a formiga recordando-se.
Era você então que cantava nessa árvore enquanto nós labutávamos para encher as tulhas?- Isso mesmo, era eu...
Pois entre, amiguinha! Nunca poderemos esquecer as boas horas que sua cantoria nos proporcionou. Aquele chiado nos distraía e aliviava o trabalho.
Dizíamos sempre: que felicidade ter como vizinha tão gentil cantora!
Entre, amiga, que aqui terá cama e mesa durante todo o mau tempo.A cigarra entrou, sarou da tosse e voltou a ser a alegre cantora dos dias de sol.
Do livro Fábulas, Monteiro Lobato, 1994.
P/ @marimaura@

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