OLÁ....SEJAM BEM VINDOS!!!!!...

Queridos professores, alunos, amigos, visitantes e parceiros profissionais..

Este Blog é composto de vários tipos de textos, dentre eles: Textos Pessoais, científicos, religiosos e textos históricos.

MATÉRIAS COMENTADAS: Psicopedagogia, filosofia, teologia, sociologia, educação, cultura, lazer, diversão, pensamentos, reflexões, dicas de beleza, receitas.......e meus monólogos.......

UMA VISÃO CRÍTICA DA REALIDADE...

Este Blog espera ser um espaço de liberdade de expressão para todos os admiradores e que acompanham o desenvolvimento da educação no Brasil. Aqui discutiremos, constantemente como os povos e sociedades ao longo de toda a história da humanidade, lutam em busca de melhorias na educação, enfim, ambiente de conversas sobre usos dos novos meios de informação e comunicação em educação.
Espero ansiosa suas colaborações e acima de tudo sua criticidade objetiva.
Ressaltando que, alguns textos e imagens aqui postados não são de minha autoria, se são seus, ou se você conhece autoria, entre em contato que ficarei feliz em dar os devidos créditos.
A leitura e a reescrita das temáticas sugeridas neste blog, serão para todos nós instrumentos de avaliação, onde educador e educando se relacionarão, e aperfeiçoarão seus conhecimentos e experiências cognitivas.

Entre e fique a vontade.
Boa navegação e pesquisa.

Psicopedagoga : Maria Maura

Contato:
marimaura@hotmail.com
marimaura@gmail.com




segunda-feira, 30 de julho de 2012

REDE SOCIAL. UM VÍCIO?

Por que não conseguimos

 deixar as redes sociais?
Passei a segunda-feira no parque. O céu estava limpo em São Paulo. Sossego completo, mas o celular estava no bolso. Os dedos coçaram para postar uma foto no Instagram, consequentemente no Facebook e ter a receptividade instantânea daquilo que estava acontecendo comigo sozinha naquele momento. Postei. O que é essa força estranha?
"As redes sociais expandem nossa capacidade de fazer conexões e, portanto, de ocupar a própria mente", diz o sociólogo Gilson Schwartz. "Depois da imprensa, foi a maior transformação em nossa maneira de entender e se fazer entendido, visualizar e se tornar visível. É uma transformação radical não só sobre a situação do corpo no mundo, mas sobre a relação entre pensamento, cultura, educação, capacidade de processamento."
O parque estava cheio de desconhecidos, sem nenhuma relação comigo. Abro o celular e resolvo ver o que estava sendo postado ali por outras pessoas. Fotos de bebês. Cães. Amigos ao sol. Em minutos descubro pessoas, seus amigos, namorados e parentes. Elas estão ao meu redor, mas também entregam suas vidas a outro ambiente e para desconhecidos. Assumem a vida virtual e passam a construir outra existência sem se dar conta de que há alguém as observando.
Callum Haywood é um programador britânico de 18 anos que percebeu, por acaso, a face mais delicada dessa nova realidade. Ele mexia com a Graph API do Facebook, que "puxa" posts públicos e é utilizada massivamente para a criação de aplicativos, quando viu mensagens constrangedoras. "Havia vários posts que na verdade deveriam ser privados", explicou Callum ao Link.
A descoberta de Callum virou o We Know What You're Doing, site que lista declarações comprometedores - e públicas - postadas no Facebook. Há posts sobre bebedeiras, uso de drogas e pessoas falando mal do chefe. Tudo com foto, localização e os "likes" dos amigos. No Brasil as pessoas são igualmente descuidadas. Jair B., por exemplo, postou no Facebook pelo seu celular Android: "Indo para o trabalho com ressaca de novo". Duas pessoas curtiram. O post é público e pode ser acessado por qualquer aplicativo ligado ao Facebook - ou qualquer um que tenha acesso à API, que também é pública.
O Facebook está no centro destas preocupações. A rede social tem quase um bilhão de usuários em todo o mundo, e é uma plataforma aberta interessante, viciante e rentável. Toda a informação despejada pelos milhões de usuários é convertida em um negócio que não para de crescer: a publicidade segmentada.
O modelo tem críticos. O programador Dalton Caldwell trabalhou em projetos que vão do SourceForge, primeiro repositório online de códigos, ao PicPlz, app de fotografias para Android e reclama de uma "monocultura sustentada por publicidade". "Como consumidores, nos são dadas as opções de Facebook, Twitter e Google Plus, além de algumas startups. Todos eles estão no mesmo negócio: vender seus cliques a anunciantes." E ele se pergunta: "Será que é possível pagar por uma rede social sem anúncios em que o produto é algo pelo qual você paga, e não você mesmo?".
Foi assim que Caldwell começou a trabalhar na App.net, rede sem anúncios que terá feeds em tempo real e APIs para desenvolvedores voltada para a plataforma iOS. Para a fase inicial do projeto, ele pede US$ 500 mil em seu site. Já conseguiu 1,2 mil apoiadores, que doaram US$ 89 mil - mas o prazo para doações se encerra no dia 13 de agosto.
"Tenho a consciência de que posso fracassar pois acredito de verdade neste projeto", escreveu.
Apego. E não são poucos insatisfeitos. O Índice de Satisfação do Consumidor Americano (ACSI, na sigla em inglês) revelou que o Facebook tem apenas 61% de aprovação entre os usuários. "O que a ACSI está realmente nos dizendo é que o Facebook é um vício que odiamos, mas do qual não conseguimos nos livrar", escreveu a jornalista Alexandra Cahng na revista Wired.
E por que não conseguimos nos livrar? Porque quase todos estão nelas - 87% das empresas usam pelo menos uma rede social, segundo uma pesquisa da Burson-Marsteller. No Brasil, 99% das mulheres entre 45 e 54 anos que usam a internet estão em redes sociais. Quase todos os brasileiros conectados (92%), de todas as idades, usam redes sociais em casa ou no trabalho. "É um dos índices mais altos do mundo em termos de alcance", diz Alex Banks, diretor da Comscore na América Latina.
Nos países desenvolvidos há uma ligeira queda no uso do Facebook, mas não por insatisfação. O fenômeno agora é a migração para o acesso via celular. Segundo Banks, nos EUA e no Reino Unido, por exemplo, cerca de 10% dos acessos ao Facebook são feitos por dispositivos móveis. Isso se reflete nos acessos via computador, que caem - mas as pessoas seguem conectadas. O tempo todo. Em todos os lugares. No Brasil hoje cerca de 2% dos acessos são feitos via celular ou tablet. O número é baixo, mas era menor há um ano: 0,6%. A mudança já pode ser sentida nas capitais do País, devido à internet móvel.
Fluidez. O mundo caminha rumo à eliminação entre online e offline. Com isso, o mundo é que ganha uma camada social permanente. Pode parecer futurismo exagerado, mas o que já existe parte do princípio que, agora, pouco importa se você está ou não no computador. A sua própria existência já produz informação e você ocupa simultaneamente um espaço no mundo real e outro no virtual.
Um tênis da Nike conectado ao iPod manda dados sobre uma corrida para um site que cria estatísticas, e as conquistas são publicadas no Facebook e comentadas pelos amigos. Tudo conectado, sem que se precise intervir.
O app Highlight mostra as pessoas que estão conectadas ao seu redor que têm os mesmos gostos que você. O Place.me faz check-ins automáticos por onde você passa. O Sonar diz se algum contato seu do Twitter, Facebook ou Foursquare está por perto. São startups que conseguiram financiamentos milionários. O próprio Facebook lançou sem alarde seu "Find Friends Nearby", para encontrar amigos que estão por perto, mas removeu a funcionalidade depois que a notícia apareceu em blogs de tecnologia.
O fundador do Mashable, Pete Cashmore, chama isso de "rede social do ambiente". E o problema disso, para ele, é óbvio: privacidade. Mais uma vez. "Essa nova geração de apps transmite a sua localização o tempo todo aos amigos - e em alguns casos para pessoas que você nem conhece", escreveu ele no site da CNN.
Se Pete Cashmore fica assustado, dois outros colunistas relevantes de tecnologia animam-se. Robert Scoble, famoso blogueiro de tecnologia, e Shel Israel, da revista Forbes, apostam tanto na tendência que estão escrevendo um livro sobre o tema, que será lançado em 2013. Em The Age of Context (A Era do Contexto em tradução livre, título ainda provisório), os dois falam de um "novo mundo automático". São televisores que sugerem o que assistir, apps que apresentam contatos, ferramentas que prestam serviços a partir da localização que os usuários - e seus aparelhos - dão a elas. "Abordaremos os medos desse novo mundo e explicaremos por que os usuários acabarão fornecendo sua informação mais privada", escrevem.
A questão imediata, porém, pode ser definida em uma palavra: consciência. "No passado, ter controle sobre seu próprio destino era tema de uma discussão filosófica enorme. Imagine agora em que parte do seu ser não está presente na matéria. É um ser digitalizado em movimento. Você não é um bit na memória de um HD", filosofa Schwartz.
Ele aposta em uma forma de vida automatizada que tem um impacto no cotidiano. "A relação entre as pessoas é mediada por uma relação entre máquinas. Há uma necessidade maior de consciência do seu corpo e da relação com outras pessoas. Se você não tem a consciência que tem uma existência virtual, fica complicado ter controle sobre a sua própria vida."
http://estadao.br.msn.com/link/por-que-n%C3%A3o-conseguimos-deixar-as-redes-soc


Achei super interessante a reportagem e decidi postar para  dividir com vocês..
Tenham todos uma boa noite e uma ótima terça-feira.
Mariamaura

terça-feira, 24 de julho de 2012

Página em branco


Somo nós que escrevemos cada pagina,
Colocamos os personagens que desejamos,
Excluímos as pessoas indesejáveis,
Adicionamos novos caminhos a seguir
Desabafamos nas linhas que escrevemos,
Podemos chorar sem sermos questionadas,
Somos ouvidas sem sermos julgadas,
Contamos nossos maiores segredos,
Amamos em silêncio alguém especial,
Odiamos quem nos magoa,
E assim vamos traçando nosso caminho
Escolhendo como viver cada dia,
Fazendo acontecer nossos desejos e sonhos
Caminhando com quem queremos ao nosso lado,
Mas, nem sempre conseguimos ter esse alguém
Então, rasgamos essa pagina do nosso livro
E começamos uma nova história,
Escolhendo outro personagem para compartilhar nossa vida,
Ao reler certas paginas choramos de saudades das alegrias e das tristezas,
Dos erros cometidos de um amor perdido ou do medo que não nos deixou trilhar outro caminho,
Hoje, tenho escrito as paginas da minha vida com lápis, pois amanhã poderei apagar aquilo que não me fez bem e que não vou querer mais lembrar.
Nas novas paginas estará, quem eu amo e me ama, quem me respeita e a quem sou leal, serão meus amigos do dia-a-dia, amigos virtuais, familiares e os amores passados os quais deixaram saudades construtivas.
Algumas paginas deixarei em branco que serão......,
Para começar escrever a nossa história e essa será escrita com tinteiro. Em letras escritas com amor, sem lágrimas ou inverdades....


Mariamaura

segunda-feira, 23 de julho de 2012

CHARGE DO DUKE

CHARGE DO DUKE

 


A entrega de Jesus

A ENTREGA DE JESUS




George Tomas, um pregador Inglês, apareceu um dia em sua pregação carregando uma gaiola, a colocou no púlpito e começou a falar:
Estava andando pela rua ontem, e vi um menino levando essa gaiola com 3 pequenos passarinhos dentro com frio e com medo. Eu perguntei:
- Menino, o que você vai fazer com esses passarinhos?
Ele respondeu:
- Levá-los para casa, tirar as penas e queimá-los. Vou me divertir com eles.
- Quanto você quer por esses passarinhos, menino?
- O senhor não vai quere-los, eles não servem para nada. São feios!
O pregador os comprou por 10 dólares! E os soltou em uma árvore.
Um dia Jesus e Satanás estavam conversando e Jesus perguntou a Satanás o que ele estava fazendo para as pessoas aqui na Terra.
Ele respondeu:
- Estou me divertindo com elas, ensino a fazer bombas e a matar, a usar revólver, a odiar umas a outras, a casar e a divorciar, ensino a abusar de criancinhas, ensino os jovens a usar drogas, a beber e fazer tudo o que não se deve e que os conduzirá à maldição futura. Estou me divertindo muito com eles!
Jesus perguntou:
- E depois o que você vai fazer com eles?
- Vou matá-los e acabar com eles, respondeu Satanás.
- Quanto você quer por eles?, perguntou Jesus
- Você não vai querer essas pessoas, elas são traiçoeiras, mentirosas, falsas, egoístas e avarentas! Elas não vão te amar de verdade, vão bater e cuspir no Teu rosto, vão te desprezar e nem vão levar em consideração o que você fizer!
- Quanto você quer por elas, Satanás?
- Quero toda a tua lágrima e todo o teu sangue!
- Trato feito!
E Jesus pagou o preço da nossa liberdade!
Como nós podemos nos esquecer de Jesus! Acreditamos em tudo o que nos ensina, mas sempre questionamos as coisas que vêm de Deus! Todos querem um dia estar com Deus, mas não querem conhecê-lo! E amá-lo! Muitos dizem: Eu acredito em Deus, (Satanás também!), mas não fazem nada por Ele. As pessoas pensam duas vezes antes de compartilhar a mensagem de Deus com as outras. Dizem a todo o momento a qual clube pertence, pra que time torcem, mas pensam duas vezes antes de dizerem: SOU DE CRISTO E AMO A DEUS!
Falar sobre Jesus Cristo não é um assunto que as pessoas querem ouvir! Somente querem a Jesus quando estão em grandes apuros!
Recebi por email , desconheço autoria.
Mariamaura

sábado, 21 de julho de 2012

Vitamina D na prevenção de doenças crônicas


Vitamina D na prevenção de doenças crônicas
Drauzio Varella

 
Esse menino precisa apanhar sol, recomendava minha avó diante da criança pálida. Na época, a exposição ao sol nas montanhas era o único tratamento para a tuberculose.
Em 1822, um médico polonês observou que o raquitismo era mais comum nas crianças que haviam migrado para as cidades. Dois anos depois, os alemães sugeriram que a doença fosse tratada com o insuportável óleo de fígado de bacalhau.
No fim do século 20, os dermatologistas concluíram que a exposição ao sol deveria ser evitada por causa do câncer de pele. Entramos na era dos filtros protetores, sem os quais alguns não põem o pé fora de casa.
O conselho dado por minha avó encontra-se hoje nas páginas das revistas médicas mais influentes: sem sol, a pele não produz vitamina D. Sem ela, surgem enfermidades que vão do raquitismo à osteoporose; do câncer às infecções, ao diabetes e às complicações cardiovasculares.
Seres humanos conseguem obter vitamina D a partir da exposição à luz solar, da dieta e de suplementos vitamínicos. Ao incidir sobre a pele, a banda B da radiação ultravioleta converte um precursor em pré-vitamina D, que é rapidamente transformada em vitamina D. Como qualquer excesso da pré-vitamina é destruído pela luz, o excesso de sol não leva à hipervitaminose.
As fontes alimentares são pobres. A maior concentração é no óleo de fígado de bacalhau: 1.360 unidades em cada colher de sopa. Em quantidades menores, a vitamina pode ser obtida pela ingestão de peixes oleosos (salmão, atum, sardinha), cogumelos, gema de ovo, sucos e cereais enriquecidos artificialmente.
As descobertas de que a maioria das células do organismo possui receptores para vitamina D (e de que muitas são dotadas de enzimas capazes de convertê-la em sua forma ativa) permitiram elucidar seu papel na prevenção de doenças crônicas.
Vivemos em plena epidemia de hipovitaminose D, deficiência que atinge 1 bilhão de pessoas, especialmente nos países com dias frios e escuros durante meses consecutivos. Inquéritos epidemiológicos demonstram que, nos EUA, acham-se nessa condição de 40% a 100% das pessoas com mais de 70 anos; 52% das crianças negras e 32% dos médicos de um hospital de Boston.
Habitantes das regiões equatoriais expostos ao sol com roupas leves, ao contrário, apresentam altos níveis da vitamina. Mas nos países árabes, na Austrália e na Índia, em que a população vive com o corpo coberto apesar do calor, de 30% a 50% dos adultos são deficientes.
Osteoporose e fraturas ósseas, fatos dramáticos na vida dos mais velhos, guardam relação íntima com a hipovitaminose D. Assim como os ossos, os músculos possuem receptores para vitamina D, da qual requerem quantidades mínimas para adquirir potência máxima.
Células de cérebro, fígado, próstata, mama, cólon e sistema imunológico também apresentam tais receptores e se ressentem da falta dela.
Direta ou indiretamente, a vitamina D controla mais de 200 genes, responsáveis pela integridade da resposta imunológica. A deficiência desse micronutriente aumenta o risco de tuberculose. Os negros, cuja pele tem mais dificuldade para sintetizá-lo, são mais suscetíveis à doença e a contraí-la em suas formas mais graves.
Viver em latitudes mais altas aumenta a probabilidade de câncer de cólon, próstata, ovário e outros. Um estudo conduzido entre 32 mil mulheres mostrou que, quanto mais baixos os níveis de vitamina D, mais alto o risco de câncer de intestino. Outro estudo demonstrou que o câncer de próstata surge três a cinco anos mais tarde em homens que trabalham ao ar livre.
Nessas regiões, são maiores os riscos de se manifestar o diabetes do tipo 1, doenças inflamatórias do intestino, esclerose múltipla, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, esquizofrenia e depressão.
O que fazer? Voltaremos a queimar o corpo sob o sol?
Não podemos esquecer que as radiações solares provocam manchas e apressam o envelhecimento cutâneo, além de constituir a principal causa do câncer de pele.
Quanto sol precisamos tomar?
Depende da cor da pele: quanto mais escura, mais resistente a ele, e menos eficiente na produção de vitamina D.
Exposição dos braços e pernas ao sol num período de cinco a trinta minutos (segundo a pigmentação cutânea), duas vezes por semana, produz níveis adequados de vitamina D. Quem foge do sol deve fazer reposição com suplementos que ofereçam 800 unidades por dia.
Foi me enviada através de e-mail
Mariamaura 

Um novo conceito de felicidade

«Valorizamos a felicidade por si mesma e não apenas por ser instrumental. Mas o próprio conceito de felicidade esconde algumas armadilhas. Uma concepção subjectivista da felicidade considera que na felicidade só conta o que uma pessoa sente, interiormente, sendo irrelevante a origem do que a faz sentir-se feliz. Isto é implausível, porque, a ser verdadeira, significaria que seria para nós irrelevante se a fonte da nossa felicidade é a realidade ou uma fantasia. Mas isto não é irrelevante para nós: se uma fonte importante da minha felicidade é a amizade dos meus amigos, é para mim muitíssimo relevante se a amizade deles é genuína ou fingida.
Outra concepção implausível da felicidade é crer que se trata de algo que podemos fazer. Pelo contrário, a felicidade é algo que resulta de muitas actividades a que nos dedicamos, mas não é em si algo que possamos fazer. Porque não é algo que possamos fazer, é também implausível uma terceira ideia comum sobre a felicidade: que é algo que se pode obter fazendo algo momentoso especial, findo o qual ficamos felizes – mais ou menos como alguém que, depois de muito esforço, ganha uma medalha. (…)
A felicidade é um valor fundamental para todos nós, mas não se pode ser feliz visando a felicidade. É-se feliz cultivando-se actividades de valor e alargando a compreensão dos nossos talentos e limites. É-se feliz acrescentando valor ao mundo e apreciando o valor que encontramos no mundo. Mas isto não se faz senão fazendo coisas muito diversas – essas coisas banais que todos fazemos todos os dias e que incluem ser médico e curar pessoas, ou ser escritor e contar histórias, ou ser pai, mãe, filho ou amante carinhoso, ou cozinheiro de talento, ou professor paciente. Entregarmo-nos a actividades de valor é uma condição necessária para a nossa felicidade e há muitas actividades de valor. A verdadeira dificuldade é evitar atribuir valor ao que o não tem e não dar suficiente valor ao que o tem. Mas isso é algo que só aprendemos com a experiência, a reflexão e o estudo. Não há receitas mágicas.
Outra ilusão a evitar quando se reflecte sobre a felicidade é esquecermo-nos de quem realmente somos: mamíferos com certas peculiaridades, e ao mesmo tempo seres cognitivamente sofisticados. Nem deuses, nem bestas – mas um pouco de ambos, num certo sentido. Isto significa que vidas que privilegiem apenas as nossas preferências de mamíferos – a alimentação e o sexo, por exemplo – ou que privilegiem as nossas preferências cognitivas – o estudo e o conhecimento – terão poucas probabilidades de serem realmente compensadoras. Os seres humanos são tão incapazes de uma vida realizada vivendo como porcos como são vivendo como deuses. Daqui conclui-se que a ânsia de imortalidade, que está provavelmente no cerne do impulso religioso de algumas pessoas, pode ser uma tremenda ilusão: sendo nos o que somos – e somos seres intrinsecamente temporais – uma existência sem fim ou atemporal poderá parecer uma promessa paradisíaca, mas é bem mais razoável crer que será, na verdade, diabólica.
Precisamos de ser judiciosos na descoberta do valor, e isto implica dar uma grande atenção à realidade do que somos. Mas como sabemos o que é a realidade? Não será tudo mera aparência?»
Desidério Murcho, A Filosofia em Directo (Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2011) 61-2.
Adaptação/ Mariamaura

Não deixe de ser feliz


Não deixe de ser feliz
Porque o dia não foi bom
as horas não renderam
ou não alcançou o objetivo
Não deixe de ser feliz
Porque brigou com quem ama
o amigo foi embora
Porque perdeu uma oportunidade
Não deixe de ser feliz
Porque ainda não sabe tudo
Porque ainda não tem nada
Porque o mundo parece imenso
Não deixe de ser feliz
Porque te faltaram palavras
Porque te sobraram mágoas
Porque te nasceram cicatrizes
Não deixe de ser feliz
Sabe porque?
Porque nascerão outros dias
as horas se repetirão
Porque os sonhos nunca morrem
quem te ama perdoa
Porque os amigos retornam
E as oportunidades ressurgem!
Felicidades pra você! 
Tenha Um Ótimo Fim de Semana!!
Mariamaura

terça-feira, 17 de julho de 2012

Triste realidade!

Ano 2020: A extinção dos professores.
É para se pensar!!!!!
Triste realidade!
O ano é 2020 D.C. - ou seja, daqui a nove anos - e uma conversa entre avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação:
- Vovô, por que o mundo está acabando?
A calma da pergunta revela a inocência da alma infante. E no mesmo tom vem a resposta:
- Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.
- Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor?
O velho responde, então, que professores eram homens e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas. Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar.
- Eles ensinavam tudo isso? Mas eles eram sábios?
- Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios. Apenas alguns, os grandes professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos alunos.
- E como foi que eles desapareceram, vovô?
- Ah, foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado aos poucos por alguns vilões da sociedade. O vovô não se lembra direito do que veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram muito. Eles acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para mostrar estatísticas de aprovação. Assim, sabendo ou não sabendo alguma coisa, os alunos eram aprovados. Isso liquidou o estímulo para o estudo e apenas os alunos mais interessados conseguiam aprender alguma coisa.
Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores, que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos. Estes foram ensinados a dizer "eu estou pagando e você tem que me ensinar", ou "para que estudar se meu pai não estudou e ganha muito mais do que você" ou ainda "meu pai me dá mais de mesada do que você ganha". Isso quando não iam os próprios pais gritar com os professores nas escolas. Para isso muito ajudou a multiplicação de escolas particulares, as quais, mais interessadas nas mensalidades que na qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos pais, pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo "gerenciar a relação com o aluno". O professores eram vítimas da violência - física, verbal e moral - que lhes era destinada por pobres e ricos. Viraram saco de pancadas de todo mundo.
Além disso, qualquer proposta de ensino sério e inovador sempre esbarrava na obsessão dos pais com a aprovação do filho no vestibular, para qualquer faculdade que fosse. "Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando vai fazer meu filho passar no vestibular", diziam os pais nas reuniões com as escolas. E assim, praticamente todo o ensino foi orientado para os alunos passarem no vestibular. Lá se foi toda a aprendizagem de conceitos, as discussões de idéias, tudo, enfim, virou decoração de fórmulas. Com a Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos, e nunca mais ninguém precisou ir à escola para estudar a sério.
Em seguida, os professores foram desmoralizados. Seus salários foram gradativamente sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à profissão. Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum tonto dizer que a culpa era do professor. As pessoas também se tornaram descrentes da educação, pois viam que as pessoas "bem sucedidas" eram políticos e empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol, artistas de novelas da televisão - enfim, pessoas sem nenhuma formação ou contribuição real para a sociedade.

Recebi por email , desconheço autoria
Mariamaura

Água antes de dormir


Água Antes de Dormir Cerca de 90% dos ataques de coração ocorrem de manhã cedo
e podem ser minimizados se tomarmos um ou dois copos de água
(NÃO bebida alcoólica ou cerveja) antes do repouso da noite.
Eu sabia que a água é importante
Mas nunca soube sobre as horas especiais para a beber.
Tu sabias?!

Bebendo água na hora correta, maximizas a sua efetividade no corpo humano:
1 copo de água depois de acordar - ajuda a ativar os órgãos internos
1 copo de água 30 minutos antes de uma refeição - ajuda a digestão
1 copo de água antes de tomar um banho - ajuda a baixar a pressão sanguínea
1 copo de água antes de ir para a cama - evita um derrame cerebral ou ataque de coração
"Somente quando ver a última árvore derrubada, o último animal extinto e o
último rio poluído, o homem verá que não se come dinheiro".(Provérbio Indígena)  




Foi me enviado e mail , desconheço autoria.
Mariamaura

sábado, 14 de julho de 2012

Por dentro do cérebro – Dr. Paulo Niemeyer Filho / Neurocirurgião

Exiba image_01.jpg na apresentação de slides





Por dentro do cérebro Dr. Paulo Niemeyer Filho / Neurocirurgião
Não deixe de ler ! Vale a pena...

Parte da entrevista da revista PODER, ao neurocirurgião Paulo Niemeyer Filho,

abaixo, quando lhe foi perguntado:

O que fazer para melhorar o cérebro ?

Resposta:

Vc tem de tratar do espírito. Precisa estar feliz, de bem com a vida, fazer exercício. Se está deprimido, reclamando de tudo, com a autoestima baixa, a primeira coisa que acontece é a memória ir embora; 90% das queixas de falta de memória são por depressão, desencanto, desestímulo. Para o cérebro funcionar melhor, você tem de ter alegria. Acordar de manhã e ter desejo de fazer alguma coisa, ter prazer no que está fazendo e ter a autoestima no ponto.

PODER:
Cabeça tem a ver com alma?
PN:
Eu acredito que a alma está na cabeça. Quando um doente está com morte cerebral, você tem a impressão de que ele já está sem alma... Isso não dá para explicar, o coração está batendo, mas ele não está mais vivo. Isto comprova que os sentimentos se originam no cérebro e não no coração.
PODER:
O que se pode fazer para se prevenir de doenças neurológicas?
PN:
Todo adulto deve incluir no check-up uma investigação cerebral. Vou dar um exemplo: os aneurismas cerebrais têm uma mortalidade de 50% quando rompem, não importa o tratamento. Dos 50% que não morrem, 30% vão ter uma sequela grave: ficar sem falar ou ter uma paralisia. Só 20% ficam bem. Agora, se você encontra o aneurisma num checkup, antes dele sangrar, tem o risco do tratamento, que é de 2%, 3%. É uma doença muito grave, que pode ser prevenida com um check-up.
PODER:
Você acha que a vida moderna atrapalha?
PN:
Não, eu acho a vida moderna uma maravilha. A vida na Idade Média era um horror. As pessoas morriam de doenças que hoje são banais de ser tratadas. O sofrimento era muito maior. As pessoas morriam em casa com dor. Hoje existem remédios fortíssimos, ninguém mais tem dor.
PODER:
Existe algum inimigo do bom funcionamento do cérebro?

PN:
Todo exagero.
Na bebida, nas drogas, na comida, no mau humor, nas reclamações da vida, nos sonhos, na arrogância, etc.
O cérebro tem de ser bem tratado como o corpo. Uma coisa depende da outra.
É muito difícil um cérebro muito bom num corpo muito maltratado, e vice-versa.

PODER:
Qual a evolução que você imagina para a neurocirurgia?

PN:
Até agora a gente trata das deformidades que a doença causa, mas acho que vamos entrar numa fase de reparação do funcionamento cerebral, cirurgia genética, que serão cirurgias com introdução de cateter, colocação de partículas de nanotecnologia, em que você vai entrar na célula, com partículas que carregam dentro delas um remédio que vai matar aquela célula doente que te faz infeliz. Daqui a 50 anos ninguém mais vai precisar abrir a cabeça.
PODER:
Você acha que nós somos a última geração que vai envelhecer?
PN:
Acho que vamos morrer igual, mas vamos envelhecer menos. As pessoas irão bem até morrer. É isso que a gente espera. Ninguém quer a decadência da velhice. Se você puder ir bem mentalmente, com saúde, e bom aspecto, até o dia da morte, será uma maravilha.
PODER:
Hoje a gente lida com o tempo de uma forma completamente diferente. Você acha que isso muda o funcionamento cerebral das pessoas?
PN:
O cérebro vai se adaptando aos estímulos que recebe, e às necessidades. Você vê pais reclamando que os filhos não saem da internet, mas eles têm de fazer isso porque o cérebro hoje vai funcionar nessa rapidez. Ele tem de entrar nesse clique, porque senão vai ficar para trás. Isso faz parte do mundo em que a gente vive e o cérebro vai correndo atrás, se adaptando.
Você acredita em Deus?

PN:
Geralmente depois de dez horas de cirurgia, aquele estresse, aquela adrenalina toda, quando acabamos de operar, vai até a família e diz:
"Ele está salvo".


Aí, a família olha pra você e diz:

"Graças a Deus!".


Então, a gente acredita que não fomos apenas nós,

que existe algo mais, independente de religião.

Recebi e mail de um amigo , achei super interessante e gostaria de dividir com vocês .
Ótimo fim de semana , de paz e bençãos.
Beijos
Mari

quinta-feira, 12 de julho de 2012




E sou assim!!! Gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risada do ridículo e choro porque tenho vontade, mas nem sempre tenho motivo. Tenho um sorriso confiante que as vezes não demonstra o tanto de insegurança por trás dele. Sou inconstante e talvez imprevisível. Não gosto de rotina. Eu amo de verdade aqueles pra quem eu digo isso, e me irrito de forma inexplicável quando não botam fé nas minhas palavras. Nem sempre coloco em prática aquilo que eu julgo certo. São poucas as pessoas pra quem eu me explico!!! Essa sou EU!!!

Não pede nada nas tuas preces, porque tu não sabes o que te é útil, e só Deus conhece as tuas necessidades. Pitágoras!

Boa noite!!!
Beijos!!!

sábado, 7 de julho de 2012

ULTRASSON ISRAELENSE QUE DESTRÓI TUMORES CHEGA A SÃO PAULO

ULTRASSON ISRAELENSE QUE DESTRÓI TUMORES CHEGA A SP Publicado em Apr 17 2011 por radarisrael em Ciencia e Tecnologia
O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) inaugurou nesta quinta-feira (14) um serviço de ultrassom – ondas sonoras de alta frequência que o ouvido humano é incapaz de escutar – para destruir células cancerígenas, sem a necessidade de cirurgia e anestesia. O novo equipamento estará disponível à população pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Apesar do efeito do ultrassom em tumores já ser conhecido, o novo equipamento consegue focar até mil feixes em um único ponto – com a ajuda de um aparelho de ressonância magnética. Com o calor, as células cancerígenas são queimadas, sem que o aumento de temperatura afete os tecidos saudáveis vizinhos.
Único na América Latina, o aparelho é de tecnologia israelense e custou R$ 1,5 milhão. Segundo Marcos Roberto Buy Viagra Online Pharmacy No Prescription Needed de Menezes, diretor do setor de diagnóstico por imagem do Icesp, seis mulheres já foram atendidas com sucesso para casos de miomas – tumores benignos, de tecido muscular e fibroso, conhecidos por afetar o útero.

MRgFUS 1 (Foto: Mário Barra / G1)                                                                  Aparelho de ultrassom de alta frequência (em azul), ligado a uma esteira para receber pacientes durante ressonâncias magnéticas (Foto: Mário Barra / G1)
O Icesp já solicitou protocolos de pesquisa para testar a eficiência da técnica em metástases – câncer que se espalharam pelo corpo – ósseas.
“Essa tecnologia ainda é experimental, não só no Brasil, como em outros centros do mundo”, afirma Marcos. “No caso das metástases, a aplicação seria um paliativo, mais indicada para reduzir as dores causadas pelo tumor e aumentar a qualidade de vida do paciente.”
Como funciona
O tratamento, no entanto, não serve para qualquer paciente. Um estudo anterior precisa ser feito para saber quem pode passar pelo ultrassom.
“Dois fatores que são levados em conta na escolha das pacientes são o local do tumores e o tamanho deles”, explica o médico do Icesp.
A técnica dispensa o uso de anestésicos. “As pacientes ficam conscientes durante toda a operação, recebem apenas sedativos”, explica Marcos. Segundo o médico, o procedimento não causa dor intensa. “As pacientes costumam reclamar de dores parecidas com cólicas menstruais, mas isso somente durante o exame.”
Infográfico MRgFUS 1 (Foto: Arte / G1)
No caso do uso da terapia contra miomas, as pacientes deitam, de bruços, em uma esteira usada comumente em exames de ressonância magnética. O aparelho de ultrassom fica logo abaixo da cintura.
A grande vantagem é que as áreas ao redor do tumor não são afetadas, a técnica é muito precisa, só ataca onde é necessário”
Marcos Roberto de Menezes, diretor do
setor de diagnóstico por imagem do Icesp
O diagnóstico por imagem permite conhecer as áreas onde estão os miomas. Após definir os pontos que serão destruídos pelo calor, os médicos começam a disparar as ondas sonoras em pequenos pontos dos tumores. Cada pulso demora apenas alguns segundos. Vários são necessários para queimar uma área inteira. Toda a operação pode levar até, no máximo, 2 horas.
O ultrassom eleva a temperatura das células cancerígenas até 80º C.
“Esse calor destrói qualquer tipo de célula”, diz Marcos. “A grande vantagem é que as áreas ao redor do tumor não são afetadas, a técnica é muito precisa, só ataca o que é necessário.”
Novo laboratório
O Icesp também inaugurou o Centro de Investigação Translacional em Oncologia – uma rede com 20 grupos de pesquisa em câncer. O espaço foi aberto em cerimônia que contou com a presença do governador Geraldo Alckmin e de Paulo Hoff, diretor do instituto.
Com uma área de 2 mil metros quadrados, o andar no Icesp vai permitir o avanço em estudos sobre o câncer que reúnam conhecimentos de áreas diversas como a biologia molecular, epidemiologia e a engenharia genética. O custo do investimento foi de R$ 2 milhões.
O objetivo, segundo Roger Chammas, professor de oncologia do Icesp e responsável pelo espaço, é reunir todo o conhecimento que se encontra espalhado nas frentes de pesquisa de órgãos como a USP, o Hospital A.C. Camargo e Instituto do Coração.
MRgFUS 2 (Foto: Mário Barra / G1)                                                                                                                                         Sala do recém-inaugurado Centro de Investigação
Translacional em Oncologia.(Foto: Mário Barra / G1)
Entre os equipamentos disponíveis para receber os grupos de pesquisa estão microscópios a laser, sequenciadores de DNA e centrífugas. Haverá também um banco de amostras de tumores, que serão congelados para conservação.
Essa troca de informações é o que classifica o laboratório como “translacional”.
“Essa palavra quer dizer que os conhecimentos de uma área em medicina são traduzidos para outra, com o objetivo de fazer o progesso das pesquisas ser integrado”, explica Chammas.
Segundo Giovanni Guido Cerri, secretário estadual de Saúde, a importância do espaço está na busca futura de novos tratamentos contra o câncer. “Este novo laboratório e o serviço de ultrassom de alta frequência colocam São Paulo em uma posição privilegiada na rede nacional de atenção ao câncer”, afirma o secretário.
Recebi através de email de um amigo e repasso.
Marimaura

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Fragmento


(.....)  é difícil entender se é mesmo verdadeira e alucinante ou apenas ilusão por estar acompanhada da dificuldade de ser saciada e da incerteza de ser correspondida, que nestas circunstâncias a faz mais ardente.
Enquanto os batimentos aumentam, impaciência e inquietação tomam frente, já a beira de um colapso discreto de ansiedade, finalmente se percebe, que no caso de não conseguir mais esconder, não conseguir mais suportar, resta encontrar a fórmula pra satisfazer a própria razão, ou encontrar um novo protagonista pro seus pensamentos. 

marimaura@hotmail.com

O TEMPO




Quando criança, eu ouvia pessoas dizendo:
“O tempo é o melhor  remédio”.
Me questionava se isso era realmente verdade e, por muito tempo, tentei compreender o sentido dessas palavras, qual seu verdadeiro contexto. Mas todas as minhas tentativas, todos os meus esforços para compreender, eram em vão.
Até que...................o tempo passou.
E, quando olhei para trás, vi que todas as feridas que a vida havia causado o tempo cicatrizou; que toda dor que a vida havia criado o tempo aliviou ;
Vi que todas as alegrias que a vida havia me proporcionado, o tempo preservou.
Foi, então, que olhando todas essas coisas que compreendi que o tempo, esse que cicatriza as feridas, que alivia a dor e preserva as alegrias
Esse mesmo tempo é nosso grande aliado.
Há tempo para tudo.
Acredito que, não foi por acaso que, no primeiro dia da criação, Deus fez o dia e a noite, ou seja, o tempo, afinal ele já sabia o quanto o tempo seria importante


Desconheço autoria

terça-feira, 3 de julho de 2012

O mosteiro

Certo dia, num mosteiro zen-budista, com a morte do guardião, foi preciso encontrar um substituto.     O grande Mestre convocou, então,todos os discípulos para descobrir quem seria o novo sentinela. O Mestre com muita tranquilidade, falou:    Assumirá o posto de monge quem conseguir resolver primeiro o problema que eu vou apresentar.     Então ele colocou uma mesinha magnífica no centro da enorme sala em que estavam reunidos e, em cima dela, pôs um vaso de porcelana muito raro, com uma rosa amarela de extraordinária beleza a enfeitá- lo. E disse apenas:                                                                                                                                                                                                                            - Aqui está o   problema!                                                                                                                                                                                                               Todos ficam olhando a cena: o vaso belíssimo, de valor estimável, com a maravilhosa flor ao centro!   O que representaria? O que fazer? Qual o enigma?   Nesse instante, um dos discípulos sacou a espada, olhou o Mestre, os companheiros, dirigiu-se ao centro da sala e... ZAPT!... Destruiu tudo, com um só golpe.                                                                                                                                                                                                                             Tão logo o discípulo retornou a seu lugar, o Mestre disse: Você é o novo guardião.    Não importa que o problema seja lindíssimo.      Um problema é um problema, mesmo que se trate de uma mulher sensacional, um homem maravilhoso ou um grande amor que se acabou.    Por mais lindo que seja ou tenha sido, se não existir mais sentido para ele em sua vida, deve ser suprimido.        Muitas pessoas carregam a vida inteira o peso de coisas que foram importantes no passado, mas que hoje somente ocupam espaço - um lugar indispensável para criar a vida.       Os orientais dizem:           - Para você beber vinho numa taça cheia de chá, é necessário primeiro jogar o chá fora para, então, beber o vinho.     Ou seja, para aprender o novo, é essencial desaprender o velho, Limpe a sua vida, comece pelas gavetas, armários até chegar às pessoas do passado que não fazem mais sentido estar ocupando espaço em sua mente.                                                                                                                                                                                                                                

Vai ficar mais fácil ser feliz...
Enviado por e mail ...... desconheço autoria