OLÁ....SEJAM BEM VINDOS!!!!!...

Queridos professores, alunos, amigos, visitantes e parceiros profissionais..

Este Blog é composto de vários tipos de textos, dentre eles: Textos Pessoais, científicos, religiosos e textos históricos.

MATÉRIAS COMENTADAS: Psicopedagogia, filosofia, teologia, sociologia, educação, cultura, lazer, diversão, pensamentos, reflexões, dicas de beleza, receitas.......e meus monólogos.......

UMA VISÃO CRÍTICA DA REALIDADE...

Este Blog espera ser um espaço de liberdade de expressão para todos os admiradores e que acompanham o desenvolvimento da educação no Brasil. Aqui discutiremos, constantemente como os povos e sociedades ao longo de toda a história da humanidade, lutam em busca de melhorias na educação, enfim, ambiente de conversas sobre usos dos novos meios de informação e comunicação em educação.
Espero ansiosa suas colaborações e acima de tudo sua criticidade objetiva.
Ressaltando que, alguns textos e imagens aqui postados não são de minha autoria, se são seus, ou se você conhece autoria, entre em contato que ficarei feliz em dar os devidos créditos.
A leitura e a reescrita das temáticas sugeridas neste blog, serão para todos nós instrumentos de avaliação, onde educador e educando se relacionarão, e aperfeiçoarão seus conhecimentos e experiências cognitivas.

Entre e fique a vontade.
Boa navegação e pesquisa.

Psicopedagoga : Maria Maura

Contato:
marimaura@hotmail.com
marimaura@gmail.com




sábado, 28 de novembro de 2009

A VIDA


A VIDA
(Henfil)
“Por muito tempo eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade.
Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver, um trabalho não terminado, uma conta a ser paga.
Aí sim, a vida de verdade começaria.
Por fim, cheguei a conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade.
Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade.
A felicidade é o caminho!
Assim, aproveite todos os momentos que você tem.
E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar, especial o suficiente para passar seu tempo;
e lembre-se que o tempo não espera ninguém.
Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade;
Até que você volte para a faculdade;
até que você perca 5 quilos;
até que você ganhe 5 quilos;
até que você tenha tido filhos;
até que seus filhos tenham saído de casa;
até que você se case;
até que você se divorcie;
até sexta à noite;
até segunda de manhã;
até que você tenha comprado um carro ou uma casa nova;
até que seu carro ou sua casa tenham sido pagos;
até o próximo verão,
outono, inverno;
até que você esteja aposentado;
até que a sua música toque;
até que você tenha terminado seu drink;
até que você esteja sóbrio de novo;
até que você morra;
E decida que não há hora melhor para ser feliz do que AGORA MESMO…
Lembre-se:

“Felicidade é uma viagem, não um destino”.
“Quem tem um porquê viver, encontrará, quase sempre o como.”
Nietzche

***********marimaura***********

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Atividades ........ NATAL

Atividades para trabalhar com os alunos para decorar a sala de aula , e deixar bem aconchegante e alegre para o natal,
façam bom proveito das atividades ,
Beijos
Maura































































































































































































Façam bom proveito , entrem e fiquem a vontade..
Um abraço
*************marimaura***********
















Planos de ensino 2010



Plano de Ensino - 2º Ano

SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

CONTEÚDOS - 2010



Disciplina: História

Série: 2º ano



Justificativa:

Ao estudar a história, a partir do conhecimento do passado, o aluno pode entender melhor o seu presente, refletir sobre fatos passados que tornaram a sociedade em que vive do jeito como é.

Capacitar os alunos, analisar algumas semelhanças e diferenças sociais, econômicas e culturais de dimensão cotidiana, existentes no seu grupo de convívio escolar e na sua localidade.

A partir do levantamento de diferentes e semelhanças das ascendências e descendências, entre os indivíduos que pertencem à localidade, no tocante a nacionalidade, etnia, língua, religião e costumes, permitindo aos alunos o conhecimento e a compreensão de contextos históricos mais amplos.



Conteúdos do 1º bimestre:



O que é História:

- Quem faz a História?

- O estudo da História.



O Tempo e a História:

- Medindo o tempo

- Calendários



Como pesquisar a História:

- Documentos que contam a História

- Tipos de documentos históricos

- Linha do tempo



Conteúdos do 2º bimestre:



Eu e minha família:

- As famílias são diferentes

- A família na História



O modo de vida da família:

- Os costumes de cada família

- O cotidiano de das famílias



As famílias brasileiras:

- As famílias indígenas

- De onde vieram nossos costumes

- Árvore genealógica



Conteúdos do 3º bimestre:



A escola



A escola ontem e hoje:

- As primeiras escolas

- Aprendendo na escola



Lendo e escrevendo

- Antes da escrita

- Materiais para escrever

A convivência na escola

- Aprendendo valores na escola

- A escola é direito de todos

- História da escola



Conteúdos do 4º bimestre:



O Bairro



Como surgem os bairros

- O endereço de cada um

- O que acontece nos bairros



A história dos bairros

- Os bairros se transformam

- Bairros e centros preservados



Vivendo com qualidade

- As necessidades dos bairros

- Planejamento para viver melhor

- leitura de imagem



Avaliação:



É um processo contínuo, que busque a melhoria do aprendizado e que tenha os critérios bem definidos para tal processo.

A avaliação será realizada considerando o desempenho apresentado durante as atividades propostas, o interesse pelos conteúdos estudados, a responsabilidade diante das tarefas propostas, o processo de desenvolvimento cognitivo, a integração como grupo e a postura de respeito na integração com o professor e os demais colegas. Será utilizados os seguintes instrumentos avaliativos: A produção de textos, dramatizações sobre os conteúdos a observação e descrição por escrito e oral.



Referências Bibliográficas:



– Raquel dos Santos Funari e Mônica Lungov Bugelli, Aprender juntos / História - 2º ano / Editora SM

– Brasil, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais. Brasília, MEC / SEF, 1997

– Nikitiuk, Sonia Mª Leite (org.) Repensando o ensino de história. São Paulo, Cortez, 2001



Disciplina: Matemática

Série: 2º ano



Justificativa:



Para que haja uma sistematização dos conteúdos lógicos matemáticos, desenvolver suas noções e conhecimentos básicos trabalhados no 2º ano, do Ensino Fundamental, visto a necessidade do manuseio do concreto, permitirá aos alunos rever, verificar e confrontar as noções que já possuem.



Conteúdos do 1º bimestre:



– Vivendo e convivendo:

- Seqüência numérica

- Colocando em ordem; ordem crescente e decrescente.

- Antes e depois: antecessor e sucessor

- Organizando informações: tabela

– Uma operação chamada adição:

- Números representados com adições

– Uma operação chamada adição:

– Formas geométricas (cubo, paralelepípedo e esfera)

- conhecendo o cubo (faces, vértices e arestas)

– Dezenas e unidades



Conteúdos do 2º bimestre:



– Adicionar para subtrair:

- Relacionando adição e subtração

– Adição de três números

– Medindo comprimentos

– Forma geométrica: paralelepípedo

- Faces, vértices e arestas

– Par e ímpar

– Agrupamento

– Dúzia e meia dúzia

– Números ordinais até 10º

– Calendários

– Faces do paralelepípedos: Retângulos, lados e vértices

– Dezenas exatas até 90

– Números até 99

– Meses e dias da semana

– Medida de comprimento: O metro



Conteúdos do 3º bimestre:



– Adição e subtração:

- Adição sem reagrupamento e sem recurso.

- Subtração sem reagrupamento e sem recurso.

– Medida de comprimento: centímetro

- Adição com agrupamento, com reserva

- Subtração com agrupamento, com recurso

– Hora exata

– Conhecendo o dinheiro brasileiro: Real (cédulas e moedas)

– Criando formas com tangram

– Multiplicação

– Instrumento de medidas de massa: quilogramas.

– Simetria



Conteúdos do 4º bimestre:



– Multiplicação

– Dobro e triplo

– Dia e hora

– Divisão (idéia e repartir)

– Dividindo a hora

– Centena

– Formando centenas exatas

– Medida de capacidade - litro



Avaliação:



A avaliação será realizada sistematicamente e continuamente através das atividades realizadas em sala no laboratório e experiências diversificadas.



Referências bibliográficas:



– Roberta Taboada, aprender juntos / matemática - 2º ano / Editora SM

– Brasil, Secretaria de Educação fundamental.

Parâmetros curriculares nacionais. Brasília, MEC / SEF, 1997.

– K. S, Smole, Diniz M. L. Cândido.

Brincadeiras infantis nas aulas de matemática.

Editora Artes Médicas.





Disciplina: Geografia

Série: 2º ano



Justificativa:



É importante que os alunos aprendam procedimentos que torne-os capazes de observar, representar e construir os conceitos necessários referentes ao ensino de geografia.

Destinar os conteúdos de maneira interessante, prazerosa e significativa para a fixação dos mesmos levando o aluno a identificar o seu lugar no mundo e no espaço com atitudes consciente de preservação do meio ambiente.



Conteúdos do 1º bimestre:



– A criança:

Os novos direitos das crianças (Unicef)

Eu e os outros

– A nossa casa:



Conteúdos do 2º bimestre:



– A escola:

Os espaços da escola

Pessoas que trabalham em sua escola

Os direitos e deveres na escola

Os caminhos para a escola

– O tempo:

Os dias da semana

Os meses e os anos

As horas

O tempo tem outras mudanças

– O bairro:

As casas em outros lugares do mundo

A paisagem das ruas e dos bairros muda

Pessoas que trabalham nos bairros

E o verde no seu bairro?



Conteúdos do 3º bimestre:



– O meio ambiente:

Construindo e modificando

A poluição

– Os meios de comunicação



Conteúdos do 4º bimestre:



– Os meios de transporte:

Transportes aquáticos

Transportes terrestres

Transportes aéreos

Sinais de transito

Cuidados x segurança x alegria



Avaliação:



Será realizada de acordo com as atividades propostas de forma contínua, utilizando os instrumentos adequados ao processo de aprendizagem aplicada, relacionando as oportunidades oferecidas e os desafios apresentados.



Referências bibliográficas:



Zélia Maria Wanderley Dantas. Coleção Historiando / Geografia. Editora Construir



Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais. MEC / SEF.



João Rua. Para ensinar geografia. Rio de Janeiro, Acesses, 1993.





Disciplina: Língua Portuguesa

Série: 2º ano



Justificativa:



Para que o aluno amplie sua capacidade de ler, escrever e expressar-se oralmente de forma cada vez mais autônoma e eficiente. Proporcionando a valorização de escrita e da leitura como fonte de prazer, reconhecendo a sua função social e informativa de conhecimento e entretenimento. Tornando-se capaz de resolver problemas da vida cotidiana, acesso aos bens culturais, participando de forma plena do mundo letrado e, consequentemente, exercer a sua cidadania.



Conteúdos do 1º bimestre:



Gêneros Textuais:

– Capa de revista

– Poesia (verso, estrofe e rima)

– Tirinha

– Conto infantil



Ortografia e Gramática:

– Alfabeto bastão e cursivo

– Vogais e consoantes

– Letra maiúscula e minúscula

– Paragrafação

– Emprego do: b/p ; c/g.



Conteúdos do 2º bimestre:



Gêneros Textuais:

– Placas de sinalização

– Reportagem

– Histórias em quadrinhos



Ortografia e gramática:

– Letra maiúscula e minúscula

– Paragrafação

– Sílaba e divisão silábica

– Substantivos próprios e comuns

– Emprego do m antes de p ou b

– Emprego do: d/t ; f/v

– R e RR.



Conteúdos do 3º bimestre:



Gêneros Textuais:

– Reportagem

– Fábula

– Texto informativo

– Ficha de identificação

– Cantigas de roda





Ortografia e Gramática:

– Diálogo

– Sinais de pontuação ( - ? !)

– Encontro consonantais

– Emprego do eh e nh



Conteúdos do 4º bimestre:



Gêneros Textuais:

– Tiras

– Contos de fadas

– Histórias em quadrinhos



Ortografia e Gramática

– Sinônimos e antônimos

– Singular e plural

– Emprego do s e ss

– Emprego do c e ç

– Emprego do r (início e final das palavras)



Avaliação:



A avaliação era realizada sistematicamente através da atividades realizadas em sala no laboratório e experiências diversificadas.



Referências bibliográficas:



Letramento e alfabetização lingüística. Cláudia Miranda, Vera Lúcia Rodrigues. 2º ano, Coleção aprendendo sempre. Editora Ática.



Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais. Brasília, MEC/SEF.



Literatura infantil: uma nova perspectiva de alfabetização na pré-escola. Editora FTD. Lúcia Browne Rego.



Ler e escrever, muito prazer! Editora Ática. Beatriz e Madza Enir Cardoso.



Disciplina: Ensino Religioso

Série: 2º ano



Objetivo Geral:



Revelar a face do Cristo Educador ás crianças que descobrem o mundo onde, aos poucos, aprendem a se olhar e a olhar o outro, seu semelhante, como filho de Deus, para acolhê-lo, escutá-lo e amá-lo como Jesus olhou, escutou, acolher e amou.



Justificativa:



No processo de alfabetização e de posse da fala, é importante fornecer subsídios para exercícios que, ao mesmo tempo, contenham e estimulem valores, tendo como referência o modelo JESUS CRISTO. A consciência que se torna mais aguda quanto ao estar crescendo, relacionando-se com outros, competindo e cooperando, alarga-se também e muito, em relação aos outros, à natureza e a Deus. E uma fase áurea para a educação da religiosidade e a iniciação a fé cristã.



Conteúdos do 1º bimestre:

- Dinâmica de Acolhida

- O conhecimento de si mesmo.

- O conhecimento de outros.

- O lugar onde vivemos.

- Descobrindo o mundo.

- CF 2009

- Quaresma



Conteúdos do 2º bimestre:

- CF 2009

- Os animais em extinção

- A maior criação de Deus

- A pessoa humana

- A natureza

- Ecologia / meio ambiente

- Páscoa

- Maria (Nossa Senhora)

- Pentecostes



Conteúdos do 3º bimestre:

- Dinâmica de boas vindas

- A amizade

- Jesus escolhe seus amigos

- CF 2009

- Vocação

- Me. Agathe Verhelle

- Bíblia



Conteúdos do 4º bimestre:

- Bíblia - Os milagres de Jesus

- Missão

- Advento

- Natal





Professor: Arlene / Vitória

Disciplina: Artes

Série: 2º ano



Justificativa:



A Arte está presente no nosso dia-a-dia e desempenha papel importante no desenvolvimento da criatividade da criatividade, motricidade, noção de espaço, entre outras tantas habilidades. E por meio de diversos gêneros de obras de arte que vem ampliar o universo cultural do aluno, alem de sensibilizar o olhar, desenvolver o senso estético e permitir novas oportunidades de construção de conhecimentos e significados. Por meio dessas atividades, a criança inicia seu desenvolvimento simbólico e social, recriando o mundo e incorporando os verdadeiros papéis sociais.



Conteúdos do 1º bimestre:



- Textos (Explorar: fotos, ilustrações, desenhos e pinturas)

- Delicia de cardápio (sugestão para trabalhar projeto alimentação)

- Tirinhas

- Datas comemorativas (carnaval...)

- Conto

- Dramatização das placas de sinalização

- Projeto: Menino Maluquinho - As artes de Ziraldo



Conteúdos do 2º bimestre:



- Músicas (cantiga popular, do Ziraldo...)

- Histórias em quadrinhos

- Leitura de telas

- Filme (O menino maluquinho)

- Projeto: Menino Maluquinho - As artes de Ziraldo

- Datas comemorativas



Conteúdos do 3º bimestre:



- Textos informativos (sobre meio ambiente, alimentação, projeto...)

- Releitura das telas (personagens de Ziraldo)

- Culminância do Projeto Menino Maluquinho

- Datas comemorativas



Conteúdos do 4º bimestre:



- Cinema (Tipos de filme: ação, suspense, infantil, comédia, romântico)

- Datas comemorativas



Avaliação:



A avaliação será realizada considerando o desempenho durante as atividades propostas, o interesse pelos conteúdos estudados e a responsabilidade diante das tarefas propostas.





Professor: Arlene / Vitória

Disciplina: Filosofia

Série: 2º ano



Justificativa:



Para que as crianças possam através da filosofia que é essencial para a formação integral de todos, estimular a elaboração do pensamento na conquista da autonomia do pensar e do agir e exercitar o olhar crítico sobre si mesmos e sobre o mundo.

Dessa forma vem desenvolver através das Fábulas de Esopo, a análise sobre determinadas situações do dia-a-dia para a formação dos valores e princípios morais necessários ao comportamento e relações do ser humano.



Conteúdos:

Introdução com as biografias de: Esopo, La Fontaine e Lúcia Tulchinski



1º bimestre:



Fábulas
Valores

– O parto da montanha
Paciência e bondade

– O rato da cidade e o rato do campo
Humildade

– O leão e o ratinho
Amizade

– Vênus e a gata
Autenticidade

– A cigarra e as formigas
Coragem




2º bimestre:



Fábulas
Valores

– O sapo e o boi
Simplicidade

– A assembléia dos ratos
Solidariedade e coragem

– A raposa e as uvas
Persistência

– A menina do leite
Paciência e cuidado

– A galinha dos ovos de ouro
Amor e respeito




3º bimestre:



Fábulas
Valores

– O burro na pele do leão
Verdade

– O corvo e o pavão
Humildade

– As duas panelas
Ingenuidade

– A garça velha
Honestidade

– A coruja e a água
Amor




4º bimestre:



Fábulas
Valores

– A galha vaidosa
Orgulho

– O velho, o menino e o burro
Sabedoria

– A lebre e a tartaruga
Perseverança

– O galo e a raposa
Confiança

– A raposa e a cegonha
Igualdade e respeito

– O pastor e o lobo
Verdade




Avaliação:



A avaliação será realizada de forma contínua relacionada com as oportunidades oferecidas, isto é, de acordo comas situações propostas ao conhecimento prévio dos alunos e seus respectivos desafios



Referências Bibliográficas:



Fábulas de Esopo; Jean de La Fontaine, Adaptação de Lúcia Tulchinski. Editora Scipione.





Disciplina: Ciências

Série: 2º ano





Justificativa:



As crianças chegam à sala de aula com seus conhecimentos prévios, visto que recebem informações em casa, pela mídia e nos espaços culturais onde estão inseridas, podemos afirmar que elas já têm um repertório construído a respeito da vida humana. No processo de aprendizagem, com a mediação do professor, esses conhecimentos construídos pelas crianças devem ser ampliadas, transformadas e sistematizadas, isto é, compreendidas e organizadas.

O trabalho com a disciplina de ciências naturais permite o desenvolvimento de capacidades para que a criança possa estabelecer relações, manifestar opiniões próprias, elaborar hipóteses, identificar soluções, buscar informações e confrontar as suas idéias com as dos colegas.



Conteúdos:



I Bimestre




— O Planeta Terra

— A Via Láctea

— A Terra e o Sistema Solar



II Bimestre



— O Ambiente

— Os seres, o homem, os recursos naturais e o meio ambiente

— O Sol, a água, o ar, o solo e o subsolo.

— Os recursos naturais, sua conservação e a poluição

— Os animais

— Como nascem, crescem, vivem e se desenvolvem os animais

— Como se alimentam os animais



III Bimestre



— Os animais

— A cobertura do corpo dos animais

— A sustentação do corpo dos animais

— Os animais e o homem

— A utilidade dos animais para o homem

— Os animais e o meio ambiente

— Animais nocivos

— Os vegetais

— A reprodução dos vegetais e suas partes

— Funções das partes do vegetal

— Como os vegetais produzem seu alimento

— Os vegetais estão em muitos lugares

— A importância dos vegetais para o ser humano




IV Bimestre



— O corpo humano

— Os sentidos

— Os hábitos alimentares do homem

— Como evitar doenças

— Algumas doenças

— Higiene e saúde



Avaliação:



A avaliação será uma atividade continua que acontecerá relacionada as oportunidades oferecidas, isto é, adequadas às situações didáticas propostas aos conhecimentos prévios dos alunos e aos desafios que lhes serão apresentados.



Referências Bibliográficas:



DANTAS, Zélia Maria Wanderley, Marcio Amaral Galvão. Ciências:

1ª série: Ensino Fundamental - Recife:

Ed. Construir, 2006. 192 p.: il (coleção historiando).

BRASIL, Secretaria de Educação

Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais. Brasília, MEC / SEF, 1997.

BIZZO, Nélio. Ciências: Fácil ou

difícil? Editora Ática.

WEISMANN, Milda. Didática das

ciências naturais - contribuições

e reflexões. Editora Artmed.

Pensamentos


" Se não morre aquele que escreve um livro ou planta uma árvore, com mais razão, não morre o educador, que semeia vida e escreve na alma"
Jean Piaget


"Mestre não é quem sempre ensina, mas quem de repente aprende".
(Guimarães Rosa)


"Assim como uma única isca não pode atrair qualquer tipo de peixe, uma metodologia única não é capaz de alcançar diferentes tipos de alunos."
( Monica Valéria ,minha amiga)


" O vento é o mesmo mas sua resposta é diferente em cada folha"
Cecília Meireles


“Contaram-me e Esqueci
Vi e Entendi
Fiz e Aprendi”
Confúcio



Quem pensa muito faz pouco. As pessoas entram em nossa vida por acaso, mas não é por acaso que elas permanecem.

(Lilian Tonet)



... Quem sabe faz a hora, não espera

acontecer...


Não tenho um caminho novo. O que eu tenho de novo é um jeito de caminhar. (Thiago de Melo)


O melhor educador é aquele que conseguiu educar a si mesmo
(Sabedoria oriental)


"Quem conduz e arrasta o mundo não são as máquinas, mas as idéias."
Victor Hugo


"Eduquem os meninos e não será necessário castigar os homens"
(Pitágoras)


“Um livro é como uma janela: quem não o lê fica distante dela e só pode ver uma pequena parte da paisagem."
(Kahlil Gibran, escritor indiano)



"Não se pode ensinar nada a um homem. Pode-se apenas ajudá-lo a encontrar a resposta dentro dele mesmo."
(Galileu Galieli, cientista italiano)


"A tarefa essencial do professor é despertar a alegria de trabalhar e de conhecer."
(Albert Eisntein, cientista alemão, Como Vejo o Mundo)


"Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre."
(Paulo Freire, educador brasileiro)


"Perigoso não é o homem que lê, é o que relê."
(Voltaire, filósofo francês)


"Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina."
(Cora Coralina, poetisa brasileira)


"Ser educador é ser um poeta do amor. Educar é acreditar na vida e ter esperança no futuro. Educar é semear com sabedoria e colher com paciência."

Augusto Cury



“Longo é o caminho do ensino por meio de teorias; breve e eficaz por meio de exemplos.” (Sêneca, filósofo romano - Epístolas )


"Não concordo com uma única palavra do que dizes, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-las"
(Voltaire)


"Procure ser um homem de valor, em vez de procurar ser um homem de sucesso."
(Albert Einstein)


"Tratai os bons com bondade e os maus com justiça"
(Confúcio)


"Educar é construir, é libertar o ser humano das cadeias do determinismo ...".
Paulo Freire


"Carpe Diem" quer dizer "colha o dia". Colha o dia como se fosse um fruto maduro que amanhã estará podre. A vida não pode ser economizada para amanhã.

(Rubem Alves)


************marimaura**********

sábado, 21 de novembro de 2009

Por que gostamos tanto do Natal?


Estamos nos aproximando do Natal, o que nos faz lembrar essa festa que tanto nos toca e nos estimula a vivermos fraternalmente?
Qual o significado maior do Natal? Por que gostamos tanto do
perído natalino? Há sim, motivos relevantes para que o Natal seja a mais bela festa da humanidade, pois e nessa festa que comemoramos a vinda do Cristo Salvador, que veio como homem,o Menino Jesus, filho de Deus, enviado para tornar-se o Salvador de todos os homens.
Noite de bençãos e graças para todas as criaturas. Noite de
esperanças para todos os homens. Noite em que a Luz brilhou como
vida para todos os pecadores.Noite em que as vozes se elevaram aos céus Glorificando e Louvando o Deus da vida, o Cristo Menino que nascera em Belém. Com a mais pobre de todas as criaturas nascera a mais rica promessa de salvação.
Créditos: Cidinha Neves

************marimaura************

A lágrima não doi...

Chorar é lindo, pois cada lágrima na face
são palavras ditas de um sentimento calado.
Pessoas que mais amamos, são as que mais magoamos
porque queremos que sejam perfeitas, e esquecemos
que são apenas seres humanos.
Nunca diga que esqueceu alguma pessoa, ou um amor.
Diga apenas que consegue falar neles sem chorar,
porque qualquer amor por mais simples que seja,
será sempre inesquecível...
A lágrima não doi...
O que doi são os motivos que fazem elas cairem!...

Autoria da minha amiga "Amor so de mãe" Cidinha Neves
Obrigada a ela pelos textos maravilhosos
Beijos querida Cidinha

*************marimaura*************

Como se deve ensinar a ler e escrever?


Ao invés da clássica pergunta:

como se deve ensinar a escrever, Emilia Ferreiro perguntou como alguém aprende a ler e escrever independente do ensino.


As teorias desenvolvidas por Emilia Ferreiro e seus colaboradores deixam de fundamentar-se em concepções mecanicistas sobre o processo de alfabetização, para seguir os pressupostos construtivistas/interacionistas de Vygotsky e Piaget.


Do ato de ensinar, o processo desloca-se para o ato de aprender por meio da construção de um conhecimento que é realizado pelo educando, que passa a ser visto como um agente e não como um ser passivo que recebe e absorve o que lhe é "ensinado".

Na perspectiva dos trabalhos desenvolvidos por Ferreira, os conceitos de prontidão, imaturidade, habilidades motoras e perceptuais, deixam de ter sentido isoladamente como costumam ser trabalhados pelos professores.

Estimular aspectos motores, cognitivos e afetivos, são importantes, mas, vinculados ao contexto da realidade sócio-cultural dos alunos.

Para Ferreira, "hoje a perspectiva construtivista considera a interação de todos eles, numa visão política, integral, para explicar a aprendizagem".

O problema que tanto atormenta os professores que é o dos diferentes níveis em que normalmente os alunos se encontram e vão se desenvolvendo durante o processo de alfabetização, assume importante papel, já que a interação entre eles é fator de suma importância para o desenvolvimento do processo.


1. Os níveis estruturais da linguagem escrita podem explicam as diferenças individuais e os diferentes ritmos dos alunos. Segundo Emilia Ferreiro são:
1) diferenciar entre desenho e escrita;
2) utilizar no mínimo duas ou três letras para poder escrever palavras;
3) reproduzir os traços da escrita, de acordo com seu contato com as formas gráficas (imprensa ou cursiva), escolhendo a que lhe é mais familiar para usar nas suas hipóteses de escrita
4) percebe que é preciso variar os caracteres para obter palavras diferentes.

2. Nível Silábico- pode ser dividido entre Silábico e Silábico Alfabético:Silábico- a criança compreende que as diferenças na representação escrita está relacionada com o "som" das palavras, o que a leva a sentir a necessidade de usar uma forma de grafia para cada som. Utiliza os símbolos gráficos de forma aleatória, usando apenas consoantes, ora apenas vogais, ora letras inventadas e repetindo-as de acordo com o número de sílabas das palavras. Silábico- Alfabético- convivem as formas de fazer corresponder os sons às formas silábica e alfabética e a criança pode escolher as letras ou de forma ortográfica ou fonética.


3. Nível Alfabético- a criança agora entende que: a sílaba não pode ser considerada uma unidade e que pode ser separada em unidades menores a identificação do som não é garantia da identificação da letra, o que pode gerar as famosas dificuldades ortográficas a escrita supõe a necessidade da análise fonética das palavras.


Smolka diz que podemos entender o processo de aquisição da escrita pelas crianças sob diferentes pontos de vista: o ponto de vista mais comum onde a escrita é imutável e deve se seguir o modelo "correto" do adulto; o ponto de vista do trabalho de Emília Ferreiro onde escrita é um objeto de conhecimento, levando em conta as tentativas individuais infantis; e o ponto de vista da interação, o aspecto social da escrita, onde a alfabetização é um processo discursivo. Cabe a nós pedagogos pensar nesses três pontos de vista e construir o nosso.


Coloca a autora ainda que para a alfabetização ter sentido, ser um processo interativo, a escola tem que trabalhar com o contexto da criança, com histórias e com intervenções das próprias crianças que podem aglutinar, contrair, "engolir" palavras, desde que essas palavras ou histórias façam algum sentido para elas.

Os"erros" das crianças podem ser trabalhados, ao contrário do que a maioria das escolas pensam, esses "erros" demonstram uma construção, e com o tempo vão diminuindo, pois as crianças começam a se preocupar com outras coisas (como ortografia) que não se preocupavam antes, pois estavam apenas descobrindo a escrita.
"Analisar que representações sobre a escrita que o estudante tem é importante para o professor saber como agir", afirma Telma Weisz, consultora do Ministério da Educação e autora de tese de doutorado orientada por Emília Ferreiro.

"Não é porque o aluno participa de forma direta da construção do seu conhecimento que o professor não precisa ensiná-lo", ressalta.
Ou seja, cabe ao professor organizar atividades que favoreçam a reflexão da criança sobre a escrita, porque é pensando que ela aprende.

"Apesar de ter proporcionado aos educadores uma nova maneira de analisar a aprendizagem da língua escrita, o trabalho da pesquisadora argentina não dá indicações de como produzir ensino", avisa a educadora Telma. Definitivamente, não existe o "método Emília Ferreiro", com passos predeterminados, como muitos ainda possam pensar. Os professores têm à disposição uma metodologia de ensino da língua escrita coerente com as mudanças apontadas pela psicolinguista, produzida por educadores de vários países.


"Essa metodologia é estruturada em torno de princípios que organizam a prática do professor", explica Telma. O fato de a criança aprender a ler e escrever lendo e escrevendo, mesmo sem saber fazer isso, é um desses princípios. Nas escolas verdadeiramente construtivistas, os alunos se alfabetizam participando de práticas sociais de leitura e de escrita. A referência de texto para eles não é mais uma cartilha, com frases sem sentido.


" ... A minha contribuição foi encontrar uma explicação segundo a qual, por trás da mão que pega o lápis dos olhos que olham, dos ouvidos que escutam há uma criança que pensa" (Emília Ferreiro)Cremos oportuno lembrar que o construtivismo não é um método de ensino. Construtivismo se refere ao processo de aprendizagem, que coloca o sujeito da aprendizagem como alguém que conhece e que o conhecimento é algo que se constrói pela ação deste sujeito. Nesse processo de aprendizagem o ambiente também exerce seu papel, pois, o sujeito que conhece faz parte de um determinado ambiente cultural.


Segundo Magda Soares*, a perspectiva construtivista trouxe importantes e diferentes contribuições para a alfabetização: [...] Alterou profundamente a concepção do processo de construção da representação da língua escrita, pela criança, que deixa de ser considerada como dependente de estímulos externos para aprender o sistema de escrita, concepção presente nos métodos de alfabetização até então em uso, hoje designados tradicionais, e passa a sujeito ativo capaz de progressivamente (re)construir esse sistema de representação, interagindo com a língua escrita em seus usos e práticas sociais, isto é, interagindo com material para ler, não com material artificialmente produzido para aprender a ler; os chamados para a aprendizagem pré- requisitos da escrita, que caracterizam a criança pronta ou madura para ser alfabetizada - pressuposto dos métodos tradicionais de alfabetização - são negados por uma visão interacionista, que rejeita uma ordem hierárquica de habilidades, afirmando que a aprendizagem se dá por uma progressiva construção do conhecimento, na relação da criança com o objeto língua escrita; as dificuldades da criança no processo da construção do sistema de representação que é a língua escrita- consideradas deficiências ou disfunções, na perspectiva dos métodos tradicionais - passam a ser vistas como erros construtivos, resultado de constantes reestruturações.


Fontes:
SMOLKA, Ana Luiza Bustamante. A criança na fase inicial da escrita: a Alfabetização como processo discursivo/7. ed. - São Paulo: Cortez, 1996.
Revista Nova Escola Janeiro/Fevereiro de 2001
* Citação extraída do artigo Letramento e alfabetização: as muitas facetas, de Magda Soares, apresentado na 26ª Reunião Anual da ANPED. GT Alfabetização, Leitura e Escrita.

Remontagem do texto.


*************marimaura************

Saber viver a vida


Acorde todas as manhã com um sorriso.
Esta é mais uma oportunidade que você tem para ser feliz.
Seja seu próprio motor de ignição. O dia de hoje jamais voltará.
Não o desperdice, pois você nasceu para ser feliz!
Enumere as boas coisas que você tem na vida.
Ao tomar consciência do seu valor,
você será capaz de ir em frente com muita força, coragem e confiança!
Trace objetivos para cada dia.
Você conquistará seu arco-íris, um dia de cada vez.
Seja paciente.
Não se queixe do seu trabalho, do tédio, da rotina,
pois é o seu trabalho que o mantém alerta,
em constante desenvolvimento pessoal e profissional,
além disso o ajuda a manter a dignidade.
Acredite, seu valor está em você mesmo.
Não se deixe vencer, não seja igual, seja diferente.
Se nos deixarmos vencer, não haverá surpresas, nem alegrias.
Conscientize-se que a verdadeira felicidade está dentro de você.
A felicidade não é ter ou alcançar, mas sim dar.
Estenda sua mão. Compartilhe. Sorria. Abrace.
A felicidade é um perfume que você não pode passar nos outros
sem que o cheiro fique um pouco em suas mãos.
O importante de você ter uma atitude positiva diante da vida,
ter o desejo de mostrar o que tem de melhor,
é que isso produz maravilhosos efeitos colaterais.
Não só cria um espaço feliz para o que estão ao seu redor,
como também encoraja outras pessoas a serem mais positivas.
O tempo para ser feliz é agora.
O lugar para ser feliz é aqui!

***********marimaura**********

Charge consciente


Amei essa charge, vamos conscientizar, se cada um fizer a sua parte não chegaremos ea esse ponto.
Parabéns ao autor
*************marimaura************

O Trabalho



Trabalho

“E se não sabeis trabalhar com amor, mas com desagrado, é melhor deixar o trabalho e sentar-vos à porta do templo a pedir esmola àquele que trabalha com alegria.”
- Khalil Gibran


SOCIOLOGIA

"A Sociologia é uma das ciências humanas que estuda a sociedade, ou seja, estuda o comportamento humano em função do meio e os processos que interligam os indivíduos em associações, grupos e instituições.

TRABALHO


Definição de trabalho
1. Ato de trabalhar.


2. Qualquer ocupação manual ou intelectual
Trabalho é o conjunto das atividades humanas, manuais ou intelectuais, que visam a produtividade


O trabalho e o vício da virtude
Pensador alemão Karl Marx
Assim como toda ciência, a Sociologia pretende explicar a totalidade do seu universo de pesquisa. Ainda que esta tarefa não seja objetivamente alcançável, é tarefa da Sociologia transformar as malhas da rede com a qual a ela capta a realidade social cada vez mais estreitas. Por essa razão, o conhecimento sociológico, através dos seus conceitos, teorias e métodos, pode constituir para as pessoas um excelente instrumento de compreensão das situações com que se defrontam na vida cotidiana, das suas múltiplas relações sociais e, conseqüentemente, de si mesmas como seres inevitavelmente sociais.


Sociologia do trabalho


A Sociologia do trabalho é o ramo da Sociologia que procura estudar os sujeitos ocultos do ambiente de trabalho, principalmente as fábricas e os sindicatos estruturados, bem como os fenômenos que surgem das relações de trabalho.
Durante a maior parte da História da Civilização o trabalho foi considerado como uma atividade depreciável. A palavra trabalho evoluiu da palavra "Tripalium", castigo que se dava aos escravos preguiçosos
A escravidão foi considerada pelas mais diversas civilizações como a forma natural e mais adequada de relação laboral. Desde os meados do século XIX, vinculado ao desenvolvimento da democracia e ao sindicalismo, a escravidão deixa de ser a forma predominante de trabalho, para ser substituída pelo trabalho assalariado. Com o surgimento de uma valorização social positiva do trabalho, pela primera vez na história da civilização.
A partir da segunda guerra surgem conceitos da sociologia do trabalho: "divisão de trabalho", "classe social", "estratificação social", "conflito", "poder", as implicâncias sociais da relação de trabalho com a ferramenta (técnica e tecnología). As profundas transformações que derivam do passo do trabalho com simples ferramentas individuais (artesanato), ao trabalho industrial com grandes máquinas (maquinismo), ao trabalho com computadores (sociedade de informação), constituem um permanente tema de estudo sociológico.


KARL MARX (1818 -1883): filósofo, cientista social e revolucionário alemão.
Apesar de não ter se formado como sociólogo,foi economista, muito contribuiu para o desenvolvimento da sociologia ao analisar e criticar a organização social, política, econômica, jurídica ideológica e cultural da sociedade capitalista.


Para Marx, o homem é o primeiro ser que conquistou certa liberdade de movimentos em face da natureza. Através dos instintos e das forças naturais em geral, a natureza dita aos animais o comportamento que eles devem ter para sobreviver.


O homem entretanto, graças ao seu trabalho, conseguiu dominar em parte, as forças da natureza, colocando-as a seu serviço.
"Como criador de valores de uso, como trabalho útil, é o trabalho, por isso, uma condição de existência do homem, independente de todas as formas de sociedade, eterna necessidade natural de mediação do metabolismo entre homem e natureza e, portanto, da vida humana."


Diferença entre homens animais


Os animais também trabalham e produzem, porem somente para atender as exigências práticas imediatas, exigências materiais diretas dos mesmos ou de seus filhotes portanto, não podendo ser livres ao trabalharem, pois a atividade dos mesmos é determinada unicamente pelo instinto ou pela experiência limitada que podem ter.
O que ocorre ao homem é diferente. Anterior a realização de seu trabalho, o homem é capaz de projetá-lo, modificar a natureza de acordo com suas possibilidades ou seja, a capacidade de definir meios diversos que possibilitam o alcance de seu objetivo, possuindo a livre escolha da alternativa que melhor se adeqüe a seus meios e procura segui-los.


A evolução gradativa do trabalho


O que Marx observa na História é a evolução gradativa do trabalho, naquilo que corresponde a evolução do homem e a necessidade de suprir suas necessidades frente ao meio.
Para aumentar o seu poder sobre a natureza, o homem passa a utilizar instrumentos, acrescenta meios artificiais de ação aos meios naturais de seu organismo multiplicando-se enormemente a capacidade do trabalho humano de transformar o próprio homem.
O desenvolvimento do trabalho criador aparece, assim, aos olhos de Marx, como uma condição necessária para que o homem seja cada vez mais livre, mais dono de si próprio. Contudo Marx verifica que em sua contemporâniedade, o trabalho assumiu características diferentes das anteriormente pensadas: os homens que produzem os bens materiais, alguns indispensáveis a sua própria existência, porém, não se realizam como seres humanos em suas atividades.
Se no trabalho encontramos o sentido de transformação dos bens necessários a espécie, e é o trabalho o fomentador de seu progresso, como pode transformar-se em grilhão? O homem acaba se escravizando pelo trabalho.


Trabalho como mercadoria


A análise do papel da mercadoria dentro do sistema capitalista é que permite determinar o caráter do trabalho no mesmo. Busca compreender a especificidade da mercadoria dentro do sistema, e, principalmente a que se deve seu valor; especifica dois tipos de valores: aquele no qual se encontra agregado o valor do trabalho em si, mas que de certa forma, abstraí-se na aquisição do produto, e seu valor de uso que parece aos olhos do comprador como o determinante de seu preço.
Portanto, um dos determinantes do valor da mercadoria é o trabalho despendido em sua fabricação. Assim sendo, o trabalho não possui a característica de ser reconhecido na compra da mercadoria, porem, no valor da mesma. O trabalho despendido desta forma, tornou-se valor agregado, passando ao aspecto de "venda" da mão de obra, sem a interligação do trabalhador e o produto, surgindo neste meio, o proprietário dos meios de produção. O trabalho tornou-se uma mercadoria, a partir do momento que o trabalhador a vende como única fonte de sua sobrevivência, são elas valores, valores mercantis ,não há no mercado mundial nenhuma outra "mercadoria" capaz de regular o conjunto das diversas economias a não ser o próprio trabalho, e através de Marx , é que conseguimos chegar a esta compreensão.
No sistema atual o trabalhador produz bens que não lhe pertencem e cujo destino, depois de prontos, escapa ao seu controle. O trabalhador, assim, não pode se reconhecer no produto de seu trabalho; não há a percepção daquilo que ele criou como fruto de suas capacidades físicas e mentais, pois se trata de algo que ao trabalhador não terá utilidade alguma. A criação (o produto), se apresenta diante do mesmo como algo estranho e por vezes hostil, e não como o resultado normal de sua atividade e do seu poder de modificar livremente a natureza.
Assim sendo, se o produto do trabalho não pertence ao trabalhador e de certa forma, se defronta com o mesmo de uma forma estranha, isso somente ocorre porque tal produto pertence a outro homem que não o trabalhador. Portanto, quem se apropria de parte do fruto e do próprio trabalho operário ? Marx responde: O capitalista; o proprietário dos meios de produção.



Emprego e Trabalho


A maioria das pessoas associa as palavras trabalho e emprego como se fosse à mesma coisa, não são. Apesar de estarem ligadas, essas palavras possuem significados diferentes. O trabalho é mais antigo que o emprego, o trabalho existe desde o momento que o homem começou a transformar a natureza e o ambiente ao seu redor, desde o momento que o homem começou a fazer utensílios e ferramentas. O emprego é algo recente na história da humanidade. O emprego é um conceito que surgiu por volta da Revolução Industrial, é uma relação entre homens que vendem sua força de trabalho por algum valor, alguma remuneração, e homens que compram essa força de trabalho pagando algo em troca, algo como um salário.


Trabalho:
De acordo com a definição do Dicionário do Pensamento Social do Século XX, trabalho é o esforço humano dotado de um propósito e envolve a transformação da natureza através do dispêndio de capacidades físicas e mentais.


Emprego:
É a relação, estável, e mais ou menos duradoura, que existe entre quem organiza o trabalho e quem realiza o trabalho. É uma espécie de contrato no qual o possuidor dos meios de produção paga pelo trabalho de outros, que não são possuidores do meio de produção.
A necessidade de organizar o trabalho, principalmente quando envolve muitas pessoas e ou muitos instrumentos e muitos processos, criou a idéia do "emprego". Nos tempos primitivos, da Babilônia, do Egito, de Israel, etc., havia o trabalho escravo e o trabalho livre; havia até o trabalho de artesãos e o trabalho de um rudimento de ciência, mas não havia o emprego, tal como nós o compreendemos atualmente.

. O trabalho através dos tempos


O trabalho não merecia a atenção de pessoas educadas, abastadas ou com autoridade. Trabalho era o que os escravos faziam. Mas o trabalho é mais do que um instrumento criador de riqueza. Além do valor intrínseco, serve também para expressar muito da essência do ser humano. O trabalho está intimamente relacionado à personalidade. (Quando dizemos que fulano é um carpinteiro, um médico ou um mecânico, estamos, de certa forma, definindo um ser a partir do trabalho que ele exerce).
No começo dos tempos, o trabalho era a luta constante para sobreviver. A necessidade de comer de se abrigar, etc. era que determinava a necessidade de trabalhar. O avanço da agricultura, de seus instrumentos e ferramentas trouxe progressos ao trabalho. O advento do arado representou uma das primeiras revoluções no mundo do trabalho. Na Antiguidade, não existia a noção de emprego. A relação trabalhista que existia entre as pessoas era a relação escravizador-escravo. Na Idade Média também não havia a noção de emprego, era senhor-servo.
Na Idade Moderna as coisas começam a mudar. Nessa época, existiam várias empresas familiares que vendiam uma pequena produção artesanal, todos os membros da família trabalhavam juntos para vender produtos nos mercados; não podemos falar de emprego nesse caso. Além das empresas familiares, havia oficinas com muitos aprendizes que recebiam moradia e alimentação em troca e, ocasionalmente, alguns trocados. É por essa época que começa a se esboçar o conceito de emprego. Havia artesãos, mas estes não tinham patrões definidos, tinham clientes que pagavam por seus serviços. Os artesãos poderiam ser comparados aos profissionais liberais de hoje, já que trabalhavam por conta própria sem ter patrões. Para os artesãos não existe a relação empregador-empregado, portanto não podemos falar que o artesão tinha um emprego, apesar de ter uma profissão.


Idade contemporânea, a pós contemporânea


Com o advento da Revolução Industrial, êxodo rural, concentração dos meios de produção, a maior parte da população não tinha nem ferramentas para trabalhar como artesãos. Sendo assim, restava às pessoas oferecer seu trabalho como moeda de troca. É nessa época que a noção de emprego toma sua forma. O conceito de emprego é característico da Idade Contemporânea.
Estamos no início de um período de transição de onde passaremos da idade contemporânea para uma Idade pós-Contemporânea. As mudanças que vêm ocorrendo graças à tecnologia, principalmente a tecnologia da computação-telecomunicação, estão modificando as relações econômicas entre empresas, empregados, governos, países, línguas, culturas e sociedades. Essas mudanças parecem estar caminhando para uma situação tão diferente da existente no final da Segunda Guerra Mundial, que podemos dizer que um novo período da História está se esboçando.


. Por quê estudar o Trabalho e o Emprego?


O trabalho é essencial para o funcionamento das sociedades. O trabalho é responsável pela produção de alimentos e outros produtos de consumo da sociedade. Sendo assim, sempre existirá o trabalho. O conceito, a classificação e o valor atribuído ao trabalho são sempre questões culturais. Cada sociedade cria um conceito próprio, divide o trabalho em certas categorias e atribui-lhe um determinado valor. Quando essas condições se alteram, o trabalho também se altera, seja pela forma como se realiza (manual, mecânico, elétrico, eletrônico, etc.), seja pelos instrumentos-padrão que utiliza e assim por diante. Da mesma forma, a sociedade e seus agentes também variam na forma como organizam, interpretam e valorizam o trabalho.
A forma como uma sociedade decide quem vai organizar o trabalho e quem o realizará; e a forma como o produto, a riqueza, produzida pelo trabalho é distribuída entre os membros da sociedade, determina as divisões de classes sociais.
Fica claro que compreender o trabalho e o emprego é importante em qualquer ocasião e época; mas é mais importante ainda entender o trabalho quando a sociedade está em um processo de mudança, de revolução; pois o trabalho certamente será influenciado e influenciará as mudanças e a sociedade.


A importância do trabalho


O trabalho, na pluralidade de formas que tem assumido, continua a ser um dos mais importantes determinantes das condições de vida das pessoas. Isto porque o sustento da maioria dos indivíduos continua a depender da venda do seu tempo e de suas habilidades de trabalho no mercado. Mais ainda,sua presença tem invadido de tal forma diferentes esferas da vida que temos, hoje, grandes dificuldades em estabelecer as fronteiras que separam o âmbito do trabalho do não-trabalho. As transformações nessa área são tão profundas que requerem uma ampla revisão da forma como a Sociologia construiu o seu objeto de investigação.

Marx desenvolveu a TEORIA DO MATERIALISMO HISTÓRICO.
De acordo com essa teoria Marx afirma que:
a) Podemos conhecer a sociedade concreta a partir das relações das pessoas no processo produtivo de bens materiais e,
b) Buscando compreender o estágio de desenvolvimento que se encontram as forças produtivas.

Dessa forma, podemos afirmar que:
Para o Materialismo Histórico...
As Relações Sociais de Produção + As Forças Produtivas
= A Base econômica das sociedades hierarquicamente construídas

O que significam as
Relações Sociais de Produção?


As relações sociais de produção podem ser entendidas como a organização e interação das pessoas e das classes na sociedade, os trabalhadores, a mão de obra, tendo em vista a produção material e a reprodução social, a manutenção e a ampliação das relações socio-político-econômicas.


O que são as Forças Produtivas?


As forças produtivas são a terra, trabalho, capital e tecnologia: elementos essenciais à produção capitalista.
OU SEJA...
MARX AFIRMA QUE:
“ O MODO DE PRODUÇÃO DA VIDA MATERIAL (base econômica da produção de bens materiais) CONDICIONA O DESENVOLVIMENTO DA VIDA SOCIAL, POLÍTICA E INTELECTUAL EM GERAL (superestrutura da sociedade).”

Marx era economista e isso nos ajuda e entender a sua teoria, segundo a qual...
...a base da organização da sociedade é econômica, e a partir dessa organização surgem as outras estruturas da sociedade (instâncias políticas, jurídicas e ideológicas).
Marx torna-se um crítico do Capitalismo e da sociedade burguesa, por ser um sistema e uma sociedade que exploram o proletariado de forma desumana em busca de lucro e tomada de poder.Ele sonhava com uma sociedade socialista
Pequeno trecho de O CAPITAL


"Os donos do capital vão estimular a classe trabalhadora a comprar bens caros, casas e tecnologia, fazendo-os dever cada vez mais, até que se torne insuportável. O débito não pago levará os bancos à falência que terão que ser nacionalizados pelo Estado". (Karl Marx, Das Kapital,1867)


Entendendo melhor as idéias de Marx:
• Para ele a história da humanidade é a luta de classes;
• No Manifesto Comunista convocou o proletariado para a luta pelo socialismo;
• 1848 eclodiram os movimentos revolucionários em vários países europeus;
• 1864fundou a Associação dos trabalhadores:objetivo de conquistar o poder pelo proletariado;
• Sua doutrina pregava a derrubada da classe dominante (a burguesia) por meio de uma revolução do proletariado e a criação de uma sociedade sem classes, na qual os meios de produção passassem a ser propriedade de toda a coletividade.

Na concepção de HEGEL
“Por intermédio do seu trabalho, o homem faz-se duplamente a si próprio, não só intelectualmente, na consciência, como na realidade, plasmando-se e ao mundo, de modo que chega a contemplar-se dentro de um mundo feito por ele.” (Hegel)

Capitalismo


Com o advento do capitalismo, a coisa muda. Ganham força os que definem o trabalho como o grande fator de enriquecimento pessoal. É verdade que, a partir daí, expande-se a produção e refinam-se os mecanismos de exploração dos trabalhadores: já não eram escravos, nem servos, mas homens livres sobre os quais recaía, e ainda recai, a função de gerar riquezas, acumuladas Rousseau, francês da época da consolidação do capitalismo, tinha uma visão distinta. Esse pensador iluminista considerava o trabalho a principal causa da desigualdade entre os homens na medida em que o conhecimento e os frutos da tecnologia gerados por esse mesmo trabalho eram distribuídos de forma desigual pelos proprietários dos meios de produção.
Adam Smith talvez tenha sido o maior dentre os teóricos do capitalismo industrial. Não é novidade para ninguém que as principais idéias desse economista inglês, até hoje, são empregadas nas economias que seguem esse modelo: livre iniciativa, livre mercado, propriedade privada dos meios de produção, apropriação privada dos lucros, etc..
Segundo, contemporâneos - Friedrich Engels e Karl Marx o trabalho é a condição básica e fundamental de toda a vida humana, ou seja, é em tal grau importante que chegam a firmar que ele “criou” e “moldou” o próprio homem ao longo do seu processo evolutivo. E mais, conseguiram provar, cientificamente, que do trabalho deriva a produção de toda a riqueza, mas que nas sociedades capitalistas, como a brasileira, a acumulação da riqueza produzida pelo trabalho se dá pela mão de quem menos trabalha, isto é, pela classe social detentora da propriedade dos meios de produção.
E mais, conseguiram provar, cientificamente, que do trabalho deriva a produção de toda a riqueza, mas que nas sociedades capitalistas, como a brasileira, a acumulação da riqueza produzida pelo trabalho se dá pela mão de quem menos trabalha, isto é, pela classe social detentora da propriedade dos meios de produção. Marx e Engels demonstraram, de forma insofismável, que a sociedade capitalista se divide, basicamente, em duas classes com interesses antagônicos: os donos do capital que promovem a apropriação privada das riquezas produzidas pelos trabalhadores e estes, que geram a riqueza, mas que não usufruem dela porque a outra classe, dos proprietários, toma para si parte considerável da riqueza produzida pela força de trabalho.
Embora originário da Inglaterra do século XIX, no Brasil, o trabalhismo começa a mostrar força na primeira metade da década de 1930 quando institui-se o salário mínimo, limita-se a jornada de trabalho a oito horas, cria-se o voto secreto e estende-se esse direito às mulheres, reconhece-se os sindicatos e há rupturas com o colonialismo, etc. No início da década de 1940, o trabalhismo é responsável pela criação da CLT – Consolidação das Leis do Trabalho – que, ante da voracidade crescente do capital, torna-se o grande instrumento de salvaguarda dos direitos e de proteção dos trabalhadores. Nestes anos, o presidente Getúlio Vargas dá ênfase à instalação das indústrias de base (bens de produção), criando as grandes empresas estatais de energia e de metalurgia, a fim de aprofundar o projeto de desenvolvimento nacional independente.
Inspirados nesses avanços, em 1945, nasce o Partido Trabalhista Brasileiro. uma oportunidade para retomar a luta pela soberania nacional e para aprofundar as transformações sociais destinadas a melhorar a vida dos trabalhadores. Hoje, impõe-se a necessidade de construir os espaços e conformar as ferramentas necessárias para afirmar um trabalhismo renovado para a luta institucional.


A Virtude do Trabalho


Trabalhar é um dever e um direito de todos os homens e mulheres. A todos deve ser possível obter um trabalho seguro e honesto, sem discriminações injustas, respeitando a livre iniciativa econômica e uma justa retribuição. Por isso, os trabalhaodres devem realizar seu trabalho com consciência, competência e dedicação.
Por vezes o trabalho pode ser penoso, mas ele “honra os dons do Criador e os talentos recebidos. Com o trabalho o homem se sente útil, identifica-se, levanta autoestima na doação de si mesmo.
Qando nos lamentamos em relação ao nosso trabalho em si, ao valor do salário, em relação às tarefas espinhosas que nos são impostas, ou quando murmuramos sobre nossos colegas de trabalho, muitas vezes geramos uma inaceitação daquilo que é justamente uma forma de servirmos e de colaborarmos para o aprimoramento da sociedade em que vivemos.
Em outras ocasiões, colocamos todas as nossas esperanças de vida, expectativas e anseios no trabalho e vemos invertida porque passamos a ser verdadeiros escravos de nossas atividades, comprometendo nossa disponibilidade de tempo, nossa família e o tempo que devemos dar a Deus. Trabalhemos para Deus, não para nós.


Tenha paciência


Muitas vezes é difícil conciliar opiniões diversas, principalmente quando se está em grupo. Dessa forma é muito importante que você tenha a devida paciências. Procure sempre mostrar os seus pontos de vista com moderação e ouça o que os outros têm a dizer, mesmo que não esteja de acordo com as suas opiniões.Nem sempre é fácil aceitar novas idéias ou admitir em público que não temos razão, mas é importante saber reconhecer que a idéia de um colega pode ser muito melhor do que a nossa. Afinal de contas, mais importante do que o nosso orgulho é o objetivo comum que o grupo pretende alcançar.Quando surgirem conflitos entre os colegas de grupo, é de vital importância não deixar que isso interfira no trabalho em equipe. Avalie as colocações do colega, com isenção total sobre suas impressões de caráter. Pode criticar (de forma construtiva) as idéias, nunca a pessoa.
Entenda que é muito importante dividir tarefas quando se trabalha em equipe. Não parta do princípio que é o único que pode e sabe realizar uma determinada tarefa. Delegar, compartilhar responsabilidades e informação é fundamental.
Não é por trabalhar em equipe que você precisa esquecer de suas obrigações. Lembre-se que dividir as tarefas é uma coisa, deixar de trabalhar é outra completamente diferente. Colabore.
Procure dar o seu melhor e ajudar os colegas, sempre que seja necessário. Da mesma forma, não se sinta constrangido quando precisar pedir ajuda à alguém da equipe.
Quando se sentir desconfortável com alguma situação ou função que tenha lhe sido atribuída, é importante explicar o problema para que seja possível achar uma solução que agrade a todos.
Quando existem várias pessoas trabalhando em conjunto, a tendência natural é que se dispersem. O planejamento e a organização são primordiais para que o trabalho em equipe seja eficiente e eficaz. O importante é fazer o balanço entre as metas a que o grupo se propôs e o que conseguiu alcançar no tempo previsto.
Quando tudo já foi conversado e todas as decisões tomadas, é muito comum que um grupo coeso e homogêneo se torne resistente à mudanças e ignore outras opiniões. Quando isso ocorrer, o grupo deve ouvir opiniões externas e aceitar a idéia de que pode errar.

Dez ótimas dicas para o trabalho em equipe


Cada vez mais o trabalho em equipe é valorizado. Porque ativa a criatividade e quase sempre produz melhores resultados do que o trabalho individual, já que "1+1= 3". Por tudo isto aqui ficam dez dicas para trabalhar bem em equipe.


1. Seja paciente
Nem sempre é fácil conciliar opiniões diversas, afinal "cada cabeça uma sentença". Por isso é importante que seja paciente. Procure expor os seus pontos de vista com moderação e procure ouvir o que os outros têm a dizer. Respeite sempre os outros, mesmo que não esteja de acordo com as suas opiniões.


2. Aceite as ideiás dos outros
As vezes é difícil aceitar idéias novas ou admitir que não temos razão; mas é importante saber reconhecer que a idéia de um colega pode ser melhor do que a nossa. Afinal de contas, mais importante do que o nosso orgulho, é o objetivo comum que o grupo pretende

3. Não critique os colegas
As vezes podem surgir conflitos entre os colegas de grupo; é muito importante não deixar que isso interfira no trabalho em equipe. Avalie as idéias do colega, independentemente daquilo que achar dele. Critique as idéias, nunca a pessoa.

4. Saiba dividir
Ao trabalhar em equipe, é importante dividir tarefas. Não parta do princípio que é o único que pode e sabe realizar uma determinada tarefa. Compartilhar responsabilidades e informação é fundamental.


5. Trabalhe
Não é por trabalhar em equipe que deve esquecer suas obrigações. Dividir tarefas é uma coisa, deixar de trabalhar é outra completamente diferente.
6. Seja participativo e solidário
Procure dar o seu melhor e procure ajudar os seus colegas, sempre que seja necessário. Da mesma forma, não deverá sentir-se constrangido quando necessitar pedir ajuda.

7. Dialogue
Ao sentir-se desconfortável com alguma situação ou função que lhe tenha sido atribuída, é importante que explique o problema, para que seja possível alcançar uma solução de compromisso, que agrade a todos.

8. Planeje
Quando várias pessoas trabalham em conjunto, é natural que surja uma tendência para se dispersarem; o planejamento e a organização são ferramentas importantes para que o trabalho em equipe seja eficiente e eficaz. É importante fazer o balanço entre as metas a que o grupo se propôs e o que conseguiu alcançar no tempo previsto.

9. Evite cair no "pensamento de grupo"
Quando todas as barreiras já foram ultrapassadas, e um grupo é muito coeso e homogêneo, existe a possibilidade de se tornar resistente a mudanças e a opiniões discordantes. É importante que o grupo ouça opiniões externas e que aceite a idéia de que pode errar.

10. Aproveite o trabalho em equipe
Afinal o trabalho de equipe, acaba por ser uma oportunidade de conviver mais perto de seus colegas, e também de aprender com eles.
A palavra “sacrifício” é geralmente mal compreendida. A maioria das pessoas a associa a algo “ruim”, justamente porque vivemos numa sociedade que valoriza o fácil, que estimula o comportamento preguiçoso.

O prestigiado é o “o cara” que se deu bem sem ter que acordar cedo, fazer esforço físico ou tolerar um chefe exigente. Entretanto, essa palavra nasceu da união dos termos “sacro” e “ofício”, ou seja, “trabalho sagrado”.

Trabalhar é muito bom! Afinal, é por meio de nosso trabalho que conseguimos aprender a conviver em sociedade, superar nossas limitações, desenvolver nossos talentos, ampliar nossas habilidades comunicativas e, com sorte, obter reconhecimento de nossos esforços. Esta é a melhor parte, não é?

Mas muitas vezes teremos que sacrificar alguns momentos de lazer em prol desse compromisso. Porém, é importante entender que o ato de trabalhar dá um sentido enorme à vida. Bem, acho que não é preciso concluir com aquele jargão “cabeça vazia...”

É óbvio que trabalhar por trabalhar, estando somente de corpo presente, certamente não nos acrescenta absolutamente nada. É preciso ter humildade para encarar o trabalho como algo sagrado, capaz de nos conduzir a um futuro repleto de possibilidades.


Professora: Maria Maura Marcolino e Silva
Fontes:
FERREIRA, Eudson de Castro in Introdução à Sociologia, fascículo I, Programa de Formação da CNTE, 2ª ed., 2007.
TOMAZI, Nelson DAcio in Sociologia para o Ensino Médio, 1ªed.,2007.
http://minhagestao.com/artigos/
http://www.4congresso.com.br/txt/13.doc.
http://jornalpartilhando.wordpress.com/2007/01/25/a-virtude-do-trabalho/
http://www.administradores.com.br/artigos/trabalhar_e_bom/32809/

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


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Direito de aprender é de todos



Os professores da educação básica poderão recorrer a orientações de especialistas para atender alunos com transtornos como a dislexia. Um grupo de trabalho, iniciou as discussões a fim de elaborar políticas direcionadas à educação desses alunos.
A intenção da nova comissão é assegurar o direito de toda criança em aprender, independentemente de suas necessidades educacionais. “Queremos desmistificar idéias mal formadas sobre esse tipo de transtorno e definir diretrizes voltadas para as práticas educacionais.
O grupo de trabalho pretende realizar estudos sobre os transtornos e elaborar um documento com orientações capazes de ajudar os professores na educação de alunos com distúrbios como a dislexia, disortografia, disgrafia, discalculia, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. Segundo a Associação Brasileira de Dislexia (ABD), a dislexia é o distúrbio de maior incidência nas salas de aula e atinge entre 5% e 17% da população mundial.
A ABD define dislexia como um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração. Em relação aos alunos com déficit de atenção, a Associação Brasileira de Déficit de Atenção (Abda) explica que eles apresentam sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. A discalculia tem a ver com a dificuldade do aluno com operações matemáticas. O estudante com disgrafia tem problemas para escrever letras e números e aqueles com disortografia podem fazer confusões com as sílabas e trocar letras que se parecem sonoramente.
Formado por especialistas do MEC, universidades, associações de pais e alunos e entidades ligadas a transtornos funcionais, entre outros membros, o grupo terá até 120 dias para apresentar propostas de diretrizes que possam orientar os professores a atender melhor os alunos com transtornos de aprendizagem. Entre os participantes do grupo, há 16 membros permanentes, além de especialistas convidados.

Fonte:http://portal.mec.gov.br/

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domingo, 15 de novembro de 2009

Lev Semyonovich Vygotsky




Lev Semyonovich Vygotsky (1896-1934)

Vygotsky foi professor e pesquisador, contemporâneo de Piaget, nasceu em Orsha,
pequena cidade da Bielorrusia em 17 de novembro de 1896. Viveu na Rússia e
morreu de tuberculose aos 37 anos.
Estudou Direito, Filosofia e História. Durante seus estudos, adquiriu uma excelente
formação nas ciências humanas (línguas, literatura, filosofia e história).
A poesia, o teatro, a língua, os problemas da história e da filosofia interessaram-no
muito, antes do interesse pela Psicologia. O 1º livro que mostrou tal tendência foi
"Psicologia da Arte" (1925).
Terminados os estudos universitários, Vygotsky se dedicou a atividades intelectuais
variadas. Ensinou psicologia e prosseguiu seus estudos de teoria literária e psicologia
da arte. Em Moscou, a partir de 1924, começa a colaborar com o Instituto de
Psicologia.
Durante os anos de 1924 a 1934, rodeado por um grupo de colaboradores, cria sua
teoria histórico-cultural dos fenômenos psicológicos. Ignorado durante um bom
tempo, seus escritos somente foram redescobertas recentemente: uma antologia de
textos em seis volumes (1982-1984).
Vygotsky escreveu aproximadamente 200 textos, dos quais uma parte se perdeu. A
principal fonte continua sendo a obra publicada em russo entre 1982 e 1984. Esta
antologia se intitula "Obras completas", porém não abrange todos os textos que
puderam ser conservados.
Existirá sempre uma dificuldade: como criou um sistema teórico original, elaborou
também uma terminologia única. Eis o motivo pelo qual toda tradução corre o risco
de deformar suas idéias.
Teoria de Vygotsky
Vygotsky foi o principal psicólogo da antiga União Soviética. Sua curta existência e a
qualidade de sua obra permitiu que ele fosse comparado ao compositor Mozart.
Apesar da influência marcante de seus ideais pedagógicos, seus textos só foram
conhecidos no Ocidente graças ao interesse do psicólogo americano Bruner e pela
divulgação de seu discípulo Alexander Luria em congressos internacionais, a partir de
1962.
Foi o primeiro a chamar atenção à importância do envolvimento ambiental no
desenvolvimento da criança e no processo de formação da mente. Sua metodologia
não abria mão da relação teoria - prática.
Para a Psicologia Cognitiva, sua obra é relevante por ir além da simplificação
behaviorista, bem como por complementar as etapas do desenvolvimento intelectual,
entendidas até então somente pela via genética - Piaget.
A participação do aluno no processo de aprendizagem aponta para importância de
inserção social do indivíduo em suas diversas fases de crescimento, mostrando que a
mente depende do contato estreito com a comunidade para sua efetiva maturação.
1) A Formação Social da Mente
O entendimento da relação entre aprendizado e desenvolvimento ajuda à aplicação
correta das teorias educacionais. Para apresentar suas idéias, resolveu primeiro
analisar outras teorias que também trabalhavam sobre o desenvolvimento mental.
De todas, a que mais se destaca é a teoria de Piaget, nas quais o desenvolvimento é
concebido independente da aprendizagem. Segundo essa perspectiva, o domínio do
pensamento formal e lógico ocorreria por si mesmo, sem a interferência do ensino.
Depois de analisar esta e outras teorias, concluiu que não satisfaziam a compreensão
da relação entre aprendizado e desenvolvimento. A seu ver a solução deveria ser
encarada sob dois aspectos: geral e particular.
1°) O aprendizado não começa na escola, vem desde o nascimento.
2°) A partir daí, aprendizado e desenvolvimento encontram-se interligados.
2) Desenvolvimento Proximal
O desenvolvimento, a partir da educação formal, passa a se desenrolar em dois
níveis: real e potencial.
O real: é aquele em que a criança consegue resolver por si mesma os problemas que
lhe são propostos. Retrata o amadurecimento consolidado.
O potencial: a criança só são capaz de alcançar uma resposta com a ajuda do outro.

Apontam para o desenvolvimento mental que pode ser adquirido.
ZDP: Entre esses dois patamares, há uma zona de desenvolvimento proximal que
indica até onde o aprendiz pode chegar na sua etapa atual de crescimento. A ZDP
corresponde às funções que estão em maturação.
Vygotsky e a Educação
Construiu sua teoria tendo por base o desenvolvimento como resultado de um
processo sócio-histórico, enfatizando o papel da linguagem e da aprendizagem. Sua
questão central é a aquisição de conhecimentos pela interação sujeito - meio.
Mediação: enquanto sujeito do conhecimento, o homem não tem acesso direto aos
objetos, mas acesso mediado. Enfatiza a construção do conhecimento como uma
interação mediada, ou seja, o conhecimento não está sendo visto como uma
mediação feita por outros sujeitos.
A linguagem: sistema simbólico dos grupos humanos, representa um salto qualitativo
na evolução da espécie. É ela que fornece os conceitos, as formas de organização
social, a mediação entre o sujeito e conhecimento. É por meio dela que as funções
mentais superiores (memória, pensamento) são socialmente formadas e
culturalmente transmitidas.
A cultura: fornece ao indivíduo os sistemas simbólicos que permitem construir a
interpretação do mundo real.
O processo de internalização é fundamental ao desenvolvimento psicológico. Envolve
uma atividade externa que deve ser modificada para tornar-se uma atividade interna,
é interpessoal e se torna intrapessoal.
Função mental: termo usado para referir-se aos processos de pensamento, memória,
percepção e atenção. O pensamento tem origem na motivação, interesse,
necessidade, afeto e emoção.
A escola: lugar de intervenção pedagógica intencional. O professor tem o papel de
interferir no processo, diferentemente de situações informais nas quais a criança
aprende por imersão no ambiente cultural. É seu papel provocar avanços nos alunos,
via zona de desenvolvimento proximal.
Ao observar a zona proximal, o educador pode orientar o aprendizado no sentido de
adiantar o desenvolvimento potencial do aluno, tornando-o real. A internalização das
atividades cognitivas leva ao aprendizado, que gera o desenvolvimento. O
desenvolvimento realiza-se através do aprendizado.
Comentário de Vygotsky sobre a Teoria Epistemológica de Piaget
Vygotsky teve contato com a obra de Piaget e, embora teça elogios em muitos
aspectos também a critica, por considerar que Piaget não deu a devida importância
ao social. Ambos atribuem grande importância ao organismo ativo, mas destaca o
papel do contexto histórico e cultural nos processos de desenvolvimento e
aprendizagem, sendo chamado de sócio-interacionista, e não apenas de
interacionista como Piaget.
Piaget coloca ênfase nos aspectos estruturais e nas leis de caráter universal (de
origem biológica) do desenvolvimento, enquanto Vygotsky destaca as contribuições
da cultura, da interação social e da dimensão histórica do desenvolvimento.
Comentário de Piaget sobre a Teoria Sócio-Histórica de Vygotsky
Quando Piaget descobre o trabalho de Vygotsky o mesmo já tinha morrido.
Considerou que o trabalho de Vygotsky continha pontos de seu interesse imediato.
"Meu amigo Luria manteve-me ao par da posição simultaneamente simpática e crítica
de Vygotsky a meu respeito, mas nunca pude ler seus escritos ou encontrá-lo
pessoalmente e, lendo seu livro hoje, lamento profundamente, pois poderíamos ter
chegado a um entendimento em numerosos pontos".
Quando o livro de Vygotsky apareceu (1934), discutia alguns trabalhos de Piaget.
Este, tentou ver se as críticas de Vygotsky se justificam ou não, à luz de seus
trabalhos posteriores. "A resposta é sim e não; em alguns pontos vejo-me hoje mais
de acordo com Vygotsky do que teria estado em 1934; enquanto que em outros
pontos acredito ter agora melhores argumentos para responder-lhe".
O problema central situa-se a nível do "nascimento da inteligência": para Vygotsky
esta origina-se socialmente, enquanto Piaget a situa num sentido mais biológico.

* PIAGET, Jean. Comentário sobre as observações críticas de Vygotsky concernentes
a duas obras: "A linguagem e o pensamento na criança" e "O raciocínio da criança".



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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Prece da serenidade


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Uma árvore em flor


Uma árvore em flor fica despida no outono. A beleza transforma-se em feiúra, a juventude em velhice e o erro em virtude. Nada fica sempre igual e nada existe realmente. portanto, as aparências e o vazio existem simultaneamente.
(Dalai Lama)


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domingo, 8 de novembro de 2009

Métodos de alfabetização

Professor deve adequar método à necessidade da criança , não existe um método concreto ,......usar todos os recursos para que a criança desenvolva a leitura, isso depende da habilidade do professor . Então mãos a obra , vamos lá .......é novembro e ainda tem criança com 08 anos de idade e ainda não lê....vamos ajudar...






Texto fatiado
Texto lacunado










































Fonte: imagens garimpadas na net

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