quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Testemunho


Olha que testemunho lindo...

Um jovem de apenas 15 anos estava no ônibus quando Deus tocou o coração dele, pediu que levante do banco e falasse aos passageiros sobre volta de Cristo, quando um homem sentado la atrás gritou ao garoto, cale a boca e senta, o garoto envergonhado sentou mas novamente foi tocado e levantou dizendo as mesmas palavras,o homem o ameaçou em dar alguns tapas,e o menino se calou, mas Deus continuava tocando teu coração ele se levantou e gritou que Jesus estava voltando, o homem com teu filho no colo foi em direção ao garoto para agredir quando a criança disse papai não bate nele não ele é enviado de Deus, este homem se colocou em lagrimas, o jovem perguntou e agora por que está chorando? ele respondeu foi um milagre meu filho era mudo e agora esta falando!!!!!!!!

....♥...♥...
O nosso Deus, é o Deus do Impossível

Recebi por e mail

*****************mariamaura***************

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Volta às aulas, percepções


Percepções
As crianças e demais pessoas envolvidas, refletem a postura, olhar, a ação do mediador que está com elas.

O exemplo disso, são os feedbacks que as próprias crianças nos fornecem no dia a dia, inclusive pontuando nossas falhas ou nos chamando atenção para o que não tínhamos observado, basta apenas escutá-los...

Cabe ao profissional , sustentar um novo olhar, que reconheça as crianças como sujeitos, especialmente as com deficiências, deslocando-as do lugar onde o discurso médico e parental as situou.
Algumas observações:
Na minha experiência, muitas crianças com deficiência numa sala, realmente dificultou o desenvolvimento trabalho com maior qualidade, devido a sobrecarga de diversidades nas demandas.
Talvez com um número menor , o trabalho poderia ter sido desenvolvido de forma diferenciada, pois materiais para estimulação específicos, se não forem adquiridos, necessitam de tempo significativo para serem elaborados.

Continuo questionando a inclusão em período integral, para algumas crianças que necessitam de apoio Pervasivo ou Extensivo em várias áreas.
Penso que não existe nenhum trabalho técnico , profissional ou individual, que substitua a riqueza da convivência entre todas as crianças.
Mas considero muito importante que exista um programa paralelo que possa favorecer crianças com necessidades muito específicas ou que apresentem muita dificuldade nos relacionamentos interpessoais.

Precisamos descartar um certo narcisismo profissional que ao invés de promover a inclusão, poderá estar mais próximo de um ato de agressão. (Stella Pãez - Efecto Bumerang/ pág. 32)
Percebi, na minha experiência, que em vários momentos, algumas crianças , com necessidades de apoio Pervasivos, pareciam estar muito bem no grupo, especialmente durante a recreação, atividades com músicas, artes, sala de estimulação, ocasionalmente durante o horário de refeições.
Em outros momentos como por exemplo os que exigem um desempenho intelectual mais significativo, observo que estão completamente excluídas ou mesmo desconectadas com o meio.
E se “ não podem interagir, compartilhar, aprender e competir lealmente com seus pares, crescerão com a auto - imagem de ser sempre o último, o que não pode, o perdedor...evitemos assim que os pequenos com deficiências mais fortemente afetados, se deparem cotidianamente com situações que não podem resolver” ( Educação Inclusiva do Projeto Estadual de Mudança de Sistemas para a Educação Inclusiva da Louisiana.95)
Se por um lado, observo um “furor reabilitador”, agora voltado para a inclusão. ”A aparição da impossibilidade de renúncia, em nosso meio de trabalho. As exigências de perfeccionismo que incrementam as dos pais. Assinalamos que o risco de desconhecer e não se encarregar dessas verdades, entre as quais transita nossa ação , equivale a condenar - se a uma mecânica amestradora.” (Alfredo Jerusalinsky .1988 pág. 195)
Por outro , observo muitas escolas e profissionais da área de saúde mental e Cia, congelados frente a possibilidade da simples reflexão sobre o assunto, sendo que é um direito não questionável. Com o discurso sempre impecável repleto de “mas”, que sustente a co-dependência real que existe nessa área, quando na realidade , não estão preocupados com as crianças, mas temem perder a função, seu emprego, sua identidade profissional ,rever posturas e paradigmas internos...
Isso é difícil? realmente é... é um processo que exige mudanças profundas, grandes transformações...
Pelo menos hoje, já temos os dois lados, a questão é encontrar o equilíbrio entre eles...
Ainda bem , que algumas escolas já conseguem perceber a possibilidade que a inclusão oferece de ampliar o campo de atuação...
Alguns professores,
tanto os de classes comuns, como os das " especiais" percebem que estarão crescendo e se desenvolvendo com essa nova proposta. O professor da sala especial será o consultor de todas as outras salas, seu campo de trabalho irá ampliar!
Teremos apenas especialistas em relacionamentos humanos, em pessoas.
O mesmo ocorre em empresas, com a contratação , de pessoas com deficiência em seu quadro de funcionários. Todos ganham com isso!

A realidade no futuro é um comprometimento da sociedade civil - Empresas Socialmente Responsáveis"( revista Exame/98) Empresas admitindo pessoas com deficiência pelo seu valor e produtividade, não por causa de leis.. que podem gerar mais exclusão nos ambientes...
Consumidores mais exigentes, escolhendo empresas, que tem efetivamente ações, no dia a dia de cidadania corporativa e crescimento social de nosso país.
A partir daí, outros caminhos poderão ser possíveis, tanto em relação aos pais, escolas, como os futuros reflexos na comunidade.

Vale um Alerta !
O que me preocupa muito nesse percurso , são algumas frases como “ para com os estudantes com distúrbios de comportamento o professor deverá -> Aplicar técnicas de modificação de comportamento, ignorar comportamentos inadequados, focalizar os pontos bons e elogiá-los...” que apesar de ser uma tentativa na busca de soluções para os conflitos dos profissionais perante a inclusão, pode desconsiderar o próprio sujeito, pois já não se acha presente a partir delas. Não existe regras, pois cada sujeito é único, singular...
O perigo existe pois são “...técnicas que constituem verdadeiras resistências serviço da evitação do contato do profissional com o real disforme, lento... ou imóvel de sua prática...
Ou não se suscita em nós, como nos pais, a fronteira com o sub-humano? Também se mobilizam essas imagens em nós... Não estamos isentos do desgosto e da angustia, na aproximação com as crianças. Por isso desconfiamos do altruísmo... ”(Alfredo Jerusalinsky .1988 pág. 195)
Os sentimentos precisam ser conversados, os pontos fortes aprimorados e os fracos observados e revertidos como desafios, oportunidades de melhoria.
Os relacionamentos necessitam ser trabalhados e não ignorados, pois como pode uma pessoa aprimorar sua capacidade de se relacionar com o outro, se não tiver feedbacks do meio?
Por isso, eu pergunto:
ESTAMOS REALMENTE ESCUTANDO AS CRIANÇAS ?
Por isso o trabalho profissional, precisa estar à serviço para que a convivência entre as crianças, seja um processo produtivo, positivo e saudável para todos .

**********mariamaura**********

Ser feliz sem rótulo


Há dias em que nada nos satisfaz.
Um tédio tremendo nos abate, nos toma, faz-nos um verdadeiro escravo dele.
Há dias em que nos sentimos obrigados a não sermos obrigados a fazer nada.
No sentido literal da coisa ficar apenas de papo pro ar. Dormir o dia inteiro, esquecer que existe telefone, relógio, televisão, livros pra ler, obrigações… Tudo que se quer é desligar a conexão, a antena que te liga ao mundo e afastar-se de tudo que é obrigatório.
Obrigação. Há um certo tempo venho me incomodando com a imagem que as pessoas criam de nós acadêmicos. Não sei de onde se tirou a idéia de que acadêmicos são intolerantes máximos de todas as coisas e que se trancafiam em seus mundos, suas clausuras, verdadeiras redomas de vidro. Quem disse que muitos de nós não pode comer junk food, ler best-sellers, ver séries bobinhas, assistir besteirol, ouvir música brega de doer, ver aqueles programas para os quais muitos torcem o nariz, estar em forma? E quem disse que não somos vulneráveis, humanamente suscetíveis a tudo? Que não falamos palavrão, que só gostamos de Shakespeare?
Há que se desmistificar muita coisa. O que quero esclarecer é que nem tudo realmente desce na peneira das nossas escolhas. E eu incluiria nesse rol uma série infinda de coisas, desde livros até pessoas, mas não significa que somos um bicho-papão e acabamos destruindo acidamente tudo que passa à nossa frente e não nos interessa.
Nesse cenário de escolhas entra em cena uma doce palavrinha já citada em outros posts: intolerância. Ser obrigado a ser tolerante? Quem disse isso? Por que preciso ler Dostoiévski, Cervantes ou Chekov apenas para exibir status na academia? Para que exibir títulos fúteis que muitas vezes não me preenchem a alma? E porque ter que montar mil projetos simplesmente para ter que provar aos outros que sou capaz? Há horas em que não me obrigo a gostar de mim mesmo, imagine me obrigar a satisfazer e amar o mundo. Preciso ver a lista interminável de filmes que meus amigos viram? Ler todos os títulos indicados naquele curso de pós-graduaçao, mestrado? Ou ter uma biblioteca infinda de títulos internacionais para “apenas exibir” que sou um ser pretensamente cosmopolita? Ainda: preciso ser sempre engomadinha, educada, zelosa, exemplar? Não posso nunca falar alto por que sou acadêmica… E aí um olhar venenoso te fuzila de longe ao te ver no shopping comendo batata-frita com cerveja e acaba de morrer diante daquele olhar a terna professora que discutia Dickens, Shakespeare e Clarice Lispector.
Pronto: perdi a identidade supostamente intocável e virei uma qualquer. Talvez o mundo precise ficar cego para certas questões.
Literalmente desci do salto.
beijosssss


*****************mariamaura************

Calendário Turma da Mônica 2011

Caras colegas ,
para aquelas que pediram o calendário Turma da Mônica 2011, está ai , demorei postar porque estava com problemas no PC.
Me desculpem a demora e façam bom proveito em suas aulas .

As crianças vão amar.

Abraços
























***************mariamaura**************
http://alfabetizandocommonicaeturma.blogspot.com

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

EU APRENDI

EU APRENDI

que ser gentil é mais importante do que estar certo;

EU APRENDI

que eu sempre posso fazer uma prece por alguém
quando não tenho a força para
ajudá-lo de alguma outra forma;

EU APRENDI

que não importa quanta seriedade a vida exija de você,
cada um de nós precisa de um amigo
brincalhão para se divertir junto;

EU APRENDI

que algumas vezes tudo o que precisamos
é de uma mão para segurar
e um coração para nos entender;

EU APRENDI

que deveríamos ser gratos a Deus
por não nos dar tudo que lhe pedimos;

EU APRENDI

que dinheiro não compra "classe";

EU APRENDI

que são os pequenos acontecimentos
diários que tornam a vida espetacular;

EU APRENDI

que debaixo da "casca grossa" existe uma pessoa
que deseja ser apreciada,
compreendida e amada;

EU APRENDI

que Deus não fez tudo num só dia;
o que me faz pensar que eu possa?

EU APRENDI

que ignorar os fatos não os altera;

EU APRENDI
que o AMOR, e não o TEMPO,
é que cura todas as feridas;

EU APRENDI

que cada pessoa que a gente conhece
deve ser saudada com um sorriso;

EU APRENDI

que ninguém é perfeito
até que você se apaixone por essa pessoa;

EU APRENDI

que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;

EU APRENDI

que as oportunidades nunca são perdidas;
alguém vai aproveitar as que você perdeu.

EU APRENDI

que quando o ancoradouro se torna amargo
a felicidade vai aportar em outro lugar;

EU APRENDI

que devemos sempre ter palavras doces e gentis
pois amanhã talvez tenhamos que engolí-las;

EU APRENDI

que um sorriso é a maneira mais barata
de melhorar sua aparência;

EU APRENDI

que todos querem viver no topo da montanha,
mas toda felicidade e crescimento
ocorre quando você esta escalando-a;

EU APRENDI

Que quanto menos tempo tenho,
mais coisas consigo fazer.
William Shakespeare

************marimaura**********

Volta as aulas


Meus amigos , colegas e visitantes.....
Não existe triunfo sem perda, não há vitória sem sofrimento, não há liberdade sem sacrifício.A educação nunca foi despesa, Sempre foi investimento com retorno garantido.Exige sacrifício? Sim , com certeza , mas vale a pena.
A vida só se compreende mediante um retorno ao passado, mas só se vive para diante.
O retorno às aulas, normalmente, não é muito fácil para pais e filhos. Os pais travam uma “batalha” para mudar a rotina dos filhos. Da mesma forma, não é fácil para os estudantes, que, obrigatoriamente, devem mudar a rotina, deixar de lado as brincadeiras, internet, passeios com os amigos e aquela folga gostosa, proporcionada pelas férias escolares. Para ajudar nessa etapa, que ocorre todo início de ano letivo, veja algumas dicas que podem ser aproveitadas também no decorrer do ano.
Dicas

Uma mensagem aos alunos.

Que vocês caros alunos, possam voltar neste ano com mais vontade, mais garra e firmeza, com maior responsabilidade, colocando seus estudos em primeiro lugar, normalmente não é muito fácil esse retorno , pois você está há 45 dias so dormindo , praias, clubes , viajando, no entanto chegou a hora e o que esperamos de vocês é retorno garantido , que todos possam se dedicar ao máximo e tirar as melhores notas.

Um recadinho aos colegas professores.


Força colegas , ânimo, a galera está voltando a mil, vamos desempenhar nossa função com o máximo de dedicação, intermediando entre o conhecimento e o aluno, para que ele possa sair vitorioso no final de 2011
Boa sorte a todos nós!!!

Maura


terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico.


O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
O coração infarta quando chega a ingratidão.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a"criança interna" tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.


Preste atenção!


O plantio é livre, a colheita, obrigatória ...
Preste atenção no que você está plantando,
pois será a mesma coisa que irá colher!!

Normalmente os sintomas aparecem tres dias após o ocorrido, descubra o que te prejudicou e bote pra fora, em conversa com amigos ou com um profissional que você se cura.

Eu ja tive vários desses sintomas durante toda a minha vida, para comprovar que, infelizmente o que está escrito ai em cima é verdadeiro.
Assim sendo, desejo que você se cuide, porque sua saude e sua vida depende de suas escolhas.


Escolha ser feliz


"Faça o que for necessário para ser feliz. Mas, não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontra-la e deixa-la ir embora , por não perceber sua simplicidade."
Mario Quintana

Autor desconhecido
Recebi email de uma amiga

********marimaura******

Sentimentos e emoções

  Os pensamentos nos assolam de tal forma que vamos nos sentindo fragilizados e indefesos. As emoções, quando chegam nos faz pequenos e frág...