quarta-feira, 4 de julho de 2012

Fragmento


(.....)  é difícil entender se é mesmo verdadeira e alucinante ou apenas ilusão por estar acompanhada da dificuldade de ser saciada e da incerteza de ser correspondida, que nestas circunstâncias a faz mais ardente.
Enquanto os batimentos aumentam, impaciência e inquietação tomam frente, já a beira de um colapso discreto de ansiedade, finalmente se percebe, que no caso de não conseguir mais esconder, não conseguir mais suportar, resta encontrar a fórmula pra satisfazer a própria razão, ou encontrar um novo protagonista pro seus pensamentos. 

marimaura@hotmail.com

O TEMPO




Quando criança, eu ouvia pessoas dizendo:
“O tempo é o melhor  remédio”.
Me questionava se isso era realmente verdade e, por muito tempo, tentei compreender o sentido dessas palavras, qual seu verdadeiro contexto. Mas todas as minhas tentativas, todos os meus esforços para compreender, eram em vão.
Até que...................o tempo passou.
E, quando olhei para trás, vi que todas as feridas que a vida havia causado o tempo cicatrizou; que toda dor que a vida havia criado o tempo aliviou ;
Vi que todas as alegrias que a vida havia me proporcionado, o tempo preservou.
Foi, então, que olhando todas essas coisas que compreendi que o tempo, esse que cicatriza as feridas, que alivia a dor e preserva as alegrias
Esse mesmo tempo é nosso grande aliado.
Há tempo para tudo.
Acredito que, não foi por acaso que, no primeiro dia da criação, Deus fez o dia e a noite, ou seja, o tempo, afinal ele já sabia o quanto o tempo seria importante


Desconheço autoria

terça-feira, 3 de julho de 2012

O mosteiro

Certo dia, num mosteiro zen-budista, com a morte do guardião, foi preciso encontrar um substituto.     O grande Mestre convocou, então,todos os discípulos para descobrir quem seria o novo sentinela. O Mestre com muita tranquilidade, falou:    Assumirá o posto de monge quem conseguir resolver primeiro o problema que eu vou apresentar.     Então ele colocou uma mesinha magnífica no centro da enorme sala em que estavam reunidos e, em cima dela, pôs um vaso de porcelana muito raro, com uma rosa amarela de extraordinária beleza a enfeitá- lo. E disse apenas:                                                                                                                                                                                                                            - Aqui está o   problema!                                                                                                                                                                                                               Todos ficam olhando a cena: o vaso belíssimo, de valor estimável, com a maravilhosa flor ao centro!   O que representaria? O que fazer? Qual o enigma?   Nesse instante, um dos discípulos sacou a espada, olhou o Mestre, os companheiros, dirigiu-se ao centro da sala e... ZAPT!... Destruiu tudo, com um só golpe.                                                                                                                                                                                                                             Tão logo o discípulo retornou a seu lugar, o Mestre disse: Você é o novo guardião.    Não importa que o problema seja lindíssimo.      Um problema é um problema, mesmo que se trate de uma mulher sensacional, um homem maravilhoso ou um grande amor que se acabou.    Por mais lindo que seja ou tenha sido, se não existir mais sentido para ele em sua vida, deve ser suprimido.        Muitas pessoas carregam a vida inteira o peso de coisas que foram importantes no passado, mas que hoje somente ocupam espaço - um lugar indispensável para criar a vida.       Os orientais dizem:           - Para você beber vinho numa taça cheia de chá, é necessário primeiro jogar o chá fora para, então, beber o vinho.     Ou seja, para aprender o novo, é essencial desaprender o velho, Limpe a sua vida, comece pelas gavetas, armários até chegar às pessoas do passado que não fazem mais sentido estar ocupando espaço em sua mente.                                                                                                                                                                                                                                

Vai ficar mais fácil ser feliz...
Enviado por e mail ...... desconheço autoria


A VELHA CONTRABANDISTA


 A VELHA CONTRABANDISTA
                                                                                    Stanislaw Ponte Preta 

          Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O Pessoal da Alfândega – tudo malandro velho – começou a desconfiar da velhinha.
         Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da Alfândega a mandou parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim para ela:
          __ Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa  por aqui todo o dia com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
        A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo e respondeu:
          __ É areia!
         Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou à velhinha saltar da lambreta para examinar o saco e dentro só tinha areia. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás.
         Mas o fiscal ficou desconfiado ainda, talvez a velhinha passasse um dia com a areia e no outro com a muamba, dentro daquele maldito saco.
         No dia seguinte, quando ela   passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal a  mandou  parar outra vez. Perguntou o  que é que levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou  e era mesmo. Durante um mês seguido  o fiscal interceptou a velhinha e, todas às vezes, o que ela levava no saco era areia.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                          
           Diz que foi aí que o fiscal se chateou:
        __ Olha, vovozinha, eu sou fiscal da Alfândega com 40 anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.
            __ Mas o saco só tem areia! – insistia a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:
          __ Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?
            __ O senhor promete que não “espaia”? – quis saber a velhinha.
            __ Juro, respondeu o fiscal.
            __ É a lambreta.

l. Sublinhe no texto 3 palavras que você não sabe o significado e consulte–as no dicionário.

2. Responda as questões abaixo.
a) O pessoal da Alfândega interceptou a velhinha no primeiro dia em que ela quis ultrapassar a barreira com o saco de areia. Por quê?
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b) O pessoal da Alfândega “tudo malandro velho”.  Explique com suas palavras o que era malandro velho.
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c) Para saber qual era a muamba, o que o fiscal fez?
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d) De acordo com o texto, qual era o mais esperto, o fiscal ou a velhinha? Por quê?
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e) Explique o que é alfândega.
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d) “... dentro daquele maldito saco”. Explique com suas palavras por que o saco era maldito.
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marimaura@hotmail.com

A Formiga e a Cigarra


Era uma vez uma formiguinha e uma cigarra muito amigas. Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno. Não aproveitou nada do Sol, da brisa suave do fim da tarde nem do bate-papo com os amigos ao final do expediente de trabalho, tomando uma cervejinha. Seu nome era “trabalho” e seu sobrenome, “sempre”.
        Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; não desperdiçou um minuto sequer, cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o Sol, curtiu para valer, sem se preocupar com o inverno que estava por vir.
         Então, passados alguns dias, começou a esfriar. Era o inverno que estava começando.
        A formiguinha, exausta, entrou em sua singela e aconchegante toca repleta de comida. Mas alguém chamava por seu nome do lado de fora da toca. Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu: sua amiga cigarra, dentro de uma Ferrari, com um aconchegante casaco de visom. E a cigarra falou para a formiguinha:
– Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris. Será que você poderia cuidar da minha toca?
– Claro, sem problema! Mas o que lhe aconteceu? Como você conseguiu grana pra ir a Paris e comprar essa Ferrari?
– Imagine você que eu estava cantando em um bar, na semana passada, e um produtor gostou da minha voz. Fechei um contrato de seis meses para fazer shows em Paris... A propósito, a amiga deseja algo de lá?
– Desejo, sim. Se você encontrar um tal de La Fontaine por lá, manda ele pro DIABO
QUE O CARREGUE!

MORAL DA HISTÓRIA: “Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer, pois
trabalho em demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine”.
Fábula de La Fontaine reelaborada.
http://www.geocities.com/soho/Atrium/8069/Fabulas/fabula2.html - com adaptações.

Atividades...



1. A
agenda telefônica abaixo está a maior bagunça. Organize-a, colocando os nomes em ordem alfabética.
           Júlio César 3 25l- 4623               1________________________
           Zilmar......  3 25l- 2388               2________________________
           Camila.....  3 25l- 2726               3________________________
           Isabela....   3 25l -l834                4________________________
           Pablo.....    3 25l- l673                5________________________
           Annelise.   3 25l- 2860                6________________________
           Lígia.......   3 25l- 2692               7________________________
           Tarcísio..   3 25l- 8798               8________________________
           Fernando   3 25l- 3453               9________________________
           Arthur...    3 25l- 2865               10_______________________

2. Continue ordenando os nomes dos colegas em ordem alfabética .
a) Mariana - Laysa - Hudmila – Cássio - Otávio - Fernanda - Marcela - Marina - Maraiza
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b) Ana Luiza - Alba - Aline - Arthur - Ana Paula - Andressa - Annelise - Amanda -
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4. Leia o texto e destaque os casos em que há erro quanto ao uso de letra maiúscula. Reescreva o texto abaixo.
                                                    Você sabe ?
        qual a maior biblioteca do brasil e quantos livros ela tem?

        A maior biblioteca do Brasil e da América latina é a biblioteca nacional do rio de janeiro. seu acervo tem mais de 8 milhões e meio de peças entre livros, manuscritos, mapas, moedas e medalhas. ela foi fundada em 1810 por Dom João VI, rei de Portugal e do Brasil naquela época. Foi ele quem trouxe as primeiras 60  mil peças para a biblioteca.
                                                                       Revista Recreio nº 82
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implicante. Queria que Churulim fosse comportado como os seus sete irmãos.
        __ Eu, como eles? O pai quer que eu fique aí tremendo de medo, pensando em ratoeira, em gato e veneno? Quer que eu passe fome só por falta de coragem?
        __ Não precisa se encolher, mas nem se mostrar tanto. O meio-termo é que é o ideal para um bom rato.
        Churulim lá queria saber o que era meio-termo. Ia trás do perigo, com fome ou não. Só pra se divertir também valia a pena. A mãe chorava preocupada ou se queixava de dor de cabeça, de tanto ficar esperando Churulim voltar. Churulim fazia um carinho e dizia-lhe:
        __ Mãe, desliga um pouco, fica fria! Vou viver cem anos. Sei me defender. E vou viver passando raiva em gato e nessa gente que só sabe ter raiva de rato!

2. Explique o significado das palavras grifadas nas expressões abaixo.
a)... um ratinho miúdo..  __________________
b)... achando a mãe divertida... ___________________

3.Construa uma frase para cada palavra do exercício l que está sublinhada.
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4. Responda com frases completas:
a) Como se chama o ratinho desse texto? Descreva-o.
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b) Os irmãos de Churulim eram parecidos com ele? Como eles eram?
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c) Por que a família de Churulim estava preocupada?
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d) Quais são os três perigos para um rato? Procure no texto e anote.
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5. Transcreva(copie) o parágrafo que o ratinho diz para a mãe que vai viver l00 anos.
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6. Você acha que Churulim deveria mudar, ter mais cuidado com os perigos? Por quê?
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7. Ajude a mamãe ratazana a aconselhar seu filhinho desobediente. Dê conselhos.Anote-os.


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a dança do cururu e no Nordeste, o forró.
       Mas, onde quer que seja o arraial, não podem faltar músicas, brincadeiras e comidas gostosas.
                                                                                     Revista Recreio Nº 117

Agora responda com frases completas.
a) De que trata o texto?
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b) Qual a origem das Festas Juninas e que povos a trouxeram para o Brasil?
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c) Em cada região do país as Festas Juninas se realizam de um jeito diferente. Copie o parágrafo do texto que refere essas diferenças.

d) Com base no texto escreva as regiões e as  danças características de cada região.
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como as plantas e os animais, tudo que é coisa viva fica viva sem ninguém atrapalhar ou maltratar. Principalmente as pessoas!
          Foi aí que eu entendi que os índios que vivem  no Brasil são as pessoas mais evoluídas daqui. É... os índios estão aqui faz tempo!
          Imagine que, quando as primeiras pessoas  chegaram aqui, de barco, os índios foram dar uma olhada  nelas na praia e tudo. Faz mais tempo que a avó da nossa avó da nossa avó!
          Por causa disso tudo, a minha turma agora é uma  tribo e combinou que, conforme a gente for crescendo, vai tentar ser tão evoluída como os índios.
Folha de S. Paulo, Folhinha. São Paulo, 3 de maio de 1997.

Depois de ler com atenção o texto, responda:
1. Quem é o autor do texto?
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2. Para contar os fatos do texto, o autor criou um narrador. De acordo com a forma de contar, você imagina que ele seja uma criança ou um adulto? O que é falado no texto que levou você a pensar assim?
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3. Para a professora do narrador, um lugar evoluído era diferente do que imaginava. E para você o que é lugar evoluído?
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4. Responda.
a) A fala do índio, na televisão, contém uma crítica. O que critica?
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b) "... a minha turma agora é uma tribo..." Ao dizer isso, o narrador está concordando com o quê?
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5. Convivendo com a natureza e com índios, Tati teria se surpreendido com a forma de pensar do índio da televisão? Explique.
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(Com esse texto, pode-se refletir sobre a situação dos índios no Brasil atualmente, a questão da terra,a cultura,...)
de às vezes ser preguiçoso, de brincar
De voltar a ser criança
Que também se cansa de ser sempre durão!
E que às vezes tem medo
Porque é gente.
Super-herói, só existe na TV!

O pai é de carne e osso
igualzinho a você!
E precisa de  carinho. De atenção!
E às vezes de um suquinho,
feito por sua mão!

Hoje em dia o pai precisa
de energia dobrada...
Pois além do seu trabalho
Ele sempre tem que ajudar...
E até fralda molhada
Ele já sabe trocar!

Você está percebendo
que os tempos estão mudando?
A mulher trabalhando fora...
O homem em casa ajudando...
Todos crescendo, por dentro
coisa boa de se ver!

Maria da Conceição G. T. Tavares

  • Leia o poema com muita atenção e reflita!
1. Você acha que todos os pais são iguais? Por quê?
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2. O que seu pai tem "em comum" com o pai do texto?
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3. Você gostaria que seu pai mudasse em alguma coisa? No quê? Por quê?
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acabar porque alegria do povo precisa continuar. Necessitamos de paz e também de emoção e tudo isso acontece em uma festa de peão.
 marimaura@hotmail.com
Lamparina feita usando LÂMPADAS QUEIMADAS:




















































Sentimentos e emoções

  Os pensamentos nos assolam de tal forma que vamos nos sentindo fragilizados e indefesos. As emoções, quando chegam nos faz pequenos e frág...