sábado, 5 de dezembro de 2009

TRABALHO X RELAÇÃO AMOROSA



Conciliar trabalho e vida amorosa é uma grande dificuldade para muitos profissionais. Certas carreiras exigem tanto do homem ou da mulher que isso acaba refletindo negativamente em alguns relacionamentos. Tanto o trabalho quanto a vida amorosa precisam de atenção, por isso o equilíbrio é fundamental.
Muitos se empenham tanto na profissão que acabam deixando de lado vários aspectos da vida que têm a mesma ou até maior importância, isso pode decretar o fim de um relacionamento. “É bom ficar de olhos bem abertos porque o excesso de trabalho, além do risco de um estresse, pode colocar uma relação na berlinda”.
Realmente há profissões que exigem mais que outras, mas que cabe ao profissional saber dosar. “Mesmo que a profissão exija muito da pessoa, é possível conciliá-la, sim, com a família. O problema de muitos é não saber separar e, em alguns casos, acabar levando assuntos e até mesmo tarefas do trabalho para dentro de casa, gerando conflito”.
No entanto, o mercado de trabalho é apenas uma das facetas de uma mulher que hoje assume inúmeros papéis e é capaz de trabalhar fora, estudar, cuidar de filhos e da casa.
Muitas mulheres afirmam que o companheirismo, a aceitação, o entendimento do marido foram fundamentais para que ela atuasse de forma mais aprofundada junto às entidades de classe. “Esse envolvimento, sempre é feito por amor, nunca por vaidade. Gostar de se envolver porque acredita que alguém tem de lutar pelo que acha justo na profissão. No entanto há mulheres que não conseguem, talvez pelo ciúme do marido, egoísmo, medo de que a mulher se tornasse mais bem sucedida? A esposa acaba optando por abrir mão de seus sonhos acadêmicos, profissionais em favor dos sonhos do esposo, da família, pode dar certo? Isso é felicidade?
"O fato de estar juntos não pode influir negativamente no relacionamento; se influir, é porque a relação não está embasada em um sentimento sólido, de amor. É claro que ambos têm que preservar sua liberdade e individualidade".
Para muitas mulheres/ homens o sucesso profissional só foi conquistado depois que ficaram sozinhos.

Maura

“Pequeno Tratado das Grandes Virtudes”



Numa das minhas várias pesquisas pela net encontrei mais um site que vale a pena visitar.
O assunto é deveras interessante e falar de Virtudes é um assunto muito sério, além de, digamos, polémico.
Diz André Comte-Sponville sobre o “Pequeno Tratado das Grandes Virtudes”:
“Se a virtude pode ser ensinada, como creio, é mais pelo exemplo do que pelos livros. Então, para que um tratado das virtudes? Para isto, talvez: tentar compreender o que deveríamos fazer, ou ser, ou viver, e medir com isso, pelo menos intelectualmente, o caminho que daí nos separa. Tarefa modesta, tarefa insuficiente, mas necessária.
Os filósofos são alunos (só os sábios são mestres), e alunos precisam de livros; é por isso que eles às vezes escrevem livros, quando os que têm à mão não os satisfazem ou sufocam.
Ora, que livro é mais urgente, para cada um de nós, do que um tratado de moral?
E o que é mais digno de interesse, na moral, do que as virtudes?
Assim como Spinoza, não creio haver utilidade em denunciar os vícios, o mal, o pecado. Para que sempre acusar, sempre denunciar?
É a moral dos tristes, e uma triste moral.
Quanto ao bem, ele só existe na pluralidade irredutível das boas ações, que excedem todos os livros, e das boas disposições, também elas plurais, mas sem dúvida menos numerosas, que a tradição designa pelo nome de virtudes, isto é (este é o sentido em grego da palavra arete, que os latinos traduziram por virtus), de excelências.”
Não importa qual a religião porque Virtude é uma qualidade moral particular. É “uma disposição habitual e firme para fazer o bem”.
O “Homem” tem o Dever Moral de fazer o “Bem”.
Existem numerosas virtudes que se relacionam entre si tornando virtuosa a própria vida.
Abordemos a virtude na doutrina cristã. No Cristianismo, existem 2 categorias de virtudes:
- as virtudes humanas que “são perfeições habituais e estáveis da inteligência e da vontade humanas”. Elas regulam os atos humanos, ordenam as paixões humanas e guiam a conduta humana segundo a razão e a fé. “Adquiridas e reforçadas por atos moralmente bons e repetidos”, os cristãos acreditam que estas virtudes “são purificadas e elevadas pela graça divina”;
- as virtudes teologais, cuja origem, motivo e objeto imediato são o próprio Deus. Os cristãos acreditam que elas são infundidas no homem com a graça santificante, e que elas tornam os homens capazes de viver em relação com a Santíssima Trindade. Elas fundamentam e animam “o agir moral do cristão, vivificando as virtudes humanas”. Para os cristãos, elas são “o penhor da presença e da ação do Espírito Santo nas faculdades do ser humano”. As virtudes teologais são três: fé, esperança e caridade.
Entre as virtudes humanas são constantemente destacadas as virtudes cardeais: a prudência, considerada a virtude-mãe por ser instrumental e a base de todas as outras virtudes humanas; a justiça, uma “constante e firme vontade de dar aos outros o que lhes é devido”; a fortaleza que “assegura a firmeza nas dificuldades e a constância na procura do bem”; e a temperança que pode ser descrita como sendo a prudência aplicada aos prazeres.
Estas quatro virtudes são consideradas as principais por serem os apoios à volta dos quais giram as demais virtudes humanas.
A doutrina cristã destaca também constantemente as 3 virtudes teologais: a fé que consiste na confiança e na entrega livre do Homem a Deus, na aceitação e no acreditar das verdades reveladas por Ele e na consequente realização livre da vontade divina; a esperança que consiste no desejo e espera vigilante da vinda da vida eterna e do Reino de Deus prometidos por Jesus Cristo; e por fim, a caridade que, sendo considerada a mais importante e o fundamento de todas as virtudes e o «o vínculo da perfeição», consiste no amor “a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos por amor de Deus”.
Vejamos as Virtudes.
As Sete Virtudes são derivadas do épico ‘Psychomachia’, poema escrito por Aurelius Clemens Prudentius intitulando a batalha das boas virtudes e vícios malignos. A grande popularidade deste trabalho na Idade Média ajudou a espalhar este conceito pela Europa.
É alegado que a prática dessas virtudes protege a pessoa contra tentações dos Sete Pecados Capitais, com cada um tendo sua respectiva contra-parte. Existem duas variações distintas das virtudes, reconhecidas por diferentes grupos.
Ordenadas em ordem crescente de santicidade, as sete virtudes sagradas são:
- Castidade (Latim castitate) - opõe luxúria
Auto-satisfação, simplicidade. Abraçar a moral de si próprio e alcançar pureza de pensamento através de educação e melhorias.
- Generosidade (Latim, liberalis) - opõe avareza
Despreendimento, largueza. Dar sem esperar receber, uma notabilidade de pensamentos ou ações.
- Temperança (Latim temperantia) - opõe gula
Auto-controle, moderação, temperança. Constante demonstração de desagarro aos outros e aos seus arredores, uma prática de abstenção.
- Diligência (Latim diligentia) - opõe preguiça
Presteza, ética, decisão, concisão e objetividade. Ações e trabalhos integrados com as próprias crenças.
- Paciência (Latim, patientia) - opõe ira
Serenidade, paz. Resistência à influências externas e moderação da própria vontade.
- Caridade (Latim, humanitas) - opõe inveja
Auto-satisfação. Compaixão, amizade e simpatia sem causar prejuízos.
- Humildade (Latim, humilitas) - opõe arrogância
Modéstia. Comportamento de total respeito ao próximo
Quero partilhar com vocês o que, brilhantemente, diz André Comte-Sponville sobre Pequeno Tratado das Grandes Virtudes.

http://www.google.com.br
Adaptação:
******************marimaura*****************

Paixão virtual



PAIXÕEVIRTUAIS

É um fato conhecido: você não se apaixonar pela pessoa real, você se apaixona pela pessoa de sua imaginação.
Você projeta sua imaginação em cima da pessoa amada, inconscientemente. Você cria um aura em torno dela e ela cria uma aura em torno de você.
Você faz tudo parecer lindo, sonhando, evitando a realidade.
Até quando? Até que a realidade começa a aflorar e os problemas começam a surgir.
Esse é o conflito constante em todas as relações, em toda parte e desde sempre.
Assim, podemos dizer que o amor é uma necessidade, mas, em si mesmo, insuficiente.
Para agravar as coisa, quando digo "Eu te amo", significa: "Você também tem que me amar". "Você não deve amar mais ninguém e não quero compartilhar meu amor com mais ninguém".
Daí surgem o ciúme, o sentimento de posse, o medo e outros conflitos mais que caracterizam a maioria das relações.
Para que o amor prospere, é necessário liberdade, confiança.
O amor permite liberdade. O verdadeiro amor não pode criar um cativeiro. Você ama tanto a pessoa que não interfere em sua privacidade.
A exigência básica é: "Eu aceito a outra pessoa como ela é". "A felicidade da pessoa amada é a minha felicidade". No verdadeiro amor não existem condições.
Dar amor é a verdadeira experiência. Aqueles que encontram a fonte do amor, amarão por nenhuma outra razão, além de simplesmente terem muito amor, sem nada exigirem em troca.







CARTA DE AMOR, ERA VIRTUAL SE TORNOU REAL
Oi meu amor, não podia deixar de passar
aqui nesse dia tão especial,
Pois hoje está fazendo três anos que conheci o grande amor de minha
vida, "pessoalmente", pois conheci ela pela internet, na tela de meu computador, muitos já devem ter pelo menos ouvido falar em amor virtual, que com o passar do tempose tornou real, se não, aqui estão duas pessoas que se amam, pois quando Deus quer fazer alguém feliz usa de todos os métodos possíveis pra que se concretize a vontade do Pai, agradeço a Ele por essa benção todos os dias, mas não vou falar aqui a nossa história, pois levaria o dia todo e em cada linha teria um EU TE AMO, VOCÊ FOI, É E SEMPRE SERÁ A MELHOR COISA
QUE ME ACONTECEU, mas amor nunca imaginei que amar alguém era tão bom, quando tivermos bem velhinhos quero dizer EU TE AMO, não como ontem, nem como hoje e sim cem vezes mais e que o brilho que existe dentro dos meus olhos quando digo que TE AMO, possa continuar sempre e que o tempo não só possa aumentar esse sentimento
tão forte, mas também nos dar frutos, frutos pelo qual será mais um entre milhões e milhões que existe em nossa vida.
Aqui vai um pouco de uma história de um amor
verdadeiro.




Amor por Computador

Desconhecidos, eram duas almas que agiam e pensavam iguais. Destemidos, não havia como impedir o encontro entre esses tais.
Imaginativos, podiam ser os dois que viviam em lugares distantes. Impulsivos, são para sempre um do outro como eternos amantes.
A história deles ainda será contada um belo dia, de como havia sido encontrada a grande alegria, através de uma tela de computador,
acredite, aprenderam sobre como é o amor, não evite.
Todo o suspense em virtude de nossos atos.
Quando se encontrará, a verdade que surgirá.
Quem tomou a primeira atitude os primeiros passos, mas o que importa, o importante é que nos conhecemos e tornamos indispensaveis
na vida do outro. O destino não pode tardar.
Alguém está andando?
Nosso tempo está passando. O que estou falando?
Algo está faltando? Tempo de amar, tempo de
querer, tempo de alegrar, tempo de te ver.
Desconhecidos, não mais seremos, tudo será lindo,
perfeito, em todo o nosso bem, a vida será linda.
Depois desse amor por computador nada mais será
real e sim especial, assim como você meu amor, ESPECIAL.

Eu te amo não como uma tempestade que passa,
mas sim como o sol, mesmo quando as núvens
insistem em escondelo, mas nunca poderão apaga-lo.
Beijos e mais beijos de quem te ama,
seu noivo, Carlos Eduardo.
Palavras escritas por autor desconhecido
*****************marimaura****************

A EVOLUÇÃO DA TECNOLOGIA


Em épocas em que se esperava dias por uma carta, hoje um email chega rápido, um recado no orkut é instantâneo e um torpedo nos alcança em qualquer lugar.
Ainda que diferentes, ainda que intermediados por meios eletrônicos, o impacto ou benefício destas mensagens é equivalente.
Como é bom receber um email de um amigo ou amiga que não tínhamos notícia há tempos, como é bom começar o dia com um recadinho e como é bom saber que somos lembrados por amigos.
Nada substitui o real, mas o que parece virtual reflete no real, ainda que não estejamos lá para apreciar o sorriso e a alegria de quem está do outro lado. Estamos também no ambiente virtual quando falamos ao telefone e tampouco deixamos de expressar nossos verdadeiros sentimentos por aquele (a) que está do outro lado da linha.
Se, é verdadeiro que nossos sentimentos independem dos aspectos físicos para se estabelecer, assim, acredito que a tecnologia nos oferece a oportunidade de, através de convites, trazer nossos amigos, que até então eram “virtuais”, para viver um encontro real.
Isso ratifica a utilidade de muitos outros aplicativos de comunicação que podem até nos causar antipatia, descrença ou repulsa.
A realização e a eficácia de um verdadeiro sentimento iniciado no mundo cibernético poderão criar raízes no mundo real e produzir frutos.
Verdadeiros sentimentos surgem da verdadeira transparência e lealdade entre as pessoas envolvidas seja no ambiente real ou virtual.
O problema não é encontrar alguém distante, ao contrário, grandes amores não escolhem nem hora, nem local adequado.
O problema que gera uma psicopatologia de um mundo virtual é a substituição da vida por uma vida ilegítima com um homem que a pessoa jamais viu, sentiu o cheiro, beijou, tocou, abraçou?
Em nosso quotidiano encontrar alguém com que ocorra a química é algo difícil.
Uma relação afetiva virtual queima a etapa do conhecimento básico, uma das principais, a questão de pele.
O estabelecimento de relações virtuais é complicado por que neste campo desconhecemos literalmente o outro, assim vivenciamos a distancia uma relação que é ilegítima.
Pela internet você torna se o que você quer ser.
Defeitos são camuflados e ignorados, as fantasias tornam se acentuadas, o convívio inexistente e a carência dos usuários imensa chegando as anormalidades do convencional.
Na maior parte dos casos o que ocorre é uma indisponibilidade para um relacionamento genuíno.
Pessoas com muita dificuldade para se relacionar abdicam da vida para viver na fantasia, na fuga, o que na prática tem dificuldade.

******************marimaura******************

UM OLHAR REAL, OLHO NO OLHO



Nada substitui um olhar real, olho no olho, o sentir um carinho na pele, andar de mãos dadas, um abraço sincero. O real não é sucedâneo do virtual, mas no mundo de hoje, as formas de se comunicar mudaram. O conhecimento e a atração entre pessoas se dava com um preponderante elemento visual. Ora era a beleza, ora o charme ou a elegância, ora a inteligência perceptível num determinado encontro social. Homens e mulheres dão importância diferente à beleza no sexo oposto. Enquanto os homens são mais atraídos pela beleza estética, as mulheres parecem dar maior importância a outros traços de personalidde dos homens. Talvez mais perspicazes do que os homens, não se deixam levar por um simples rosto bonito sem conteúdo.Interessante notar como a mudança nas formas de comunicação alteraram este padrão de conduta. Há diversos livros de psicólogos que tratam de relacionamentos surgidos por intermédio da internet. Em outras palavras, pessoas que se conhecem sem se ver. Amizades e namoros surgem entre pessoas que só vão ter contato pessoal e real depois de muitas conversas. O vínculo emocional e afetivo é criado independente contato visual, ou seja, a forma de atração muda e por consequência, a beleza se torna muito mais relativa, pois passamos a conhecer a pessoa como ela é por dentro (antes que alguém alerte sobre os perigos destes contatos, eu sei que há muita mentira e que é preciso ter cuidado, mas partamos da premissa de que as pessoas estão sendo sinceras).

******************marimaura******************

Educar é um ato de amor



Educar é um ato de amor, mas, além disso, bons hábitos Criar, ESTABELECER rotinas e impor limites, são regras essenciais para uma boa educação. Parecer Pode até fácil, mas a grande dúvida dos pais é: Como impor limites e educar meus filhos da maneira menos prejudicial Possível?

Para ajudar nessa difícil missão, algumas dicas pedagógicas.
São muitas as dúvidas dos pais quanto à forma correta de educar. Colocar limites parece ser, para alguns, uma dificuldade muito grande por não saberem ao certo até que ponto impor "como regras ou angustiados por ficarem, com um forte sentimento de culpa.
Os limites são Necessários para uma convivência em sociedade ea criança necessitará deles para viver com segurança e saber como agir nas diversas situações da vida. De nada adiantará educar uma criança em um "mundo irreal", pois e um logotipo realidade é diferente se fará presente.

É importante que os pais tenham claro em suas mentes que educar e colocar limites é sim, um ato de amor. Crianças que tem em sua infância regras e limites bem Definidos sentem-se mais seguras, bem resolvidas e prontas para lidar com as situações e as frustrações que vida em sua surgirem. E é isso o que queremos para os nossos filhos, não é?
É preciso que os pais (e muitas vezes outros membros da família, como avós, por exemplo) reflitam de forma organizada sobre as regras que querem impor e os sentimentos que, muitas vezes, surgem nas situações de conflito. Devem estar convictos de suas Decisões e sustenta-las com segurança.

Educar um filho também exige planejamento.

Grande número de famílias apresenta dificuldades para educar seus filhos por falta de Diálogo e discussão das regras da casa. Pais e mães seguem educando seus pequenos sem combinar previamente as regras: o pai deixa tomar sorvete antes do almoço, não uma mãe ... Usar a intuição para educar é bom, mas é também Necessário combinar algumas regras, agir com o casal DEVE equilíbrio, para que a criança não como usar divergências entre eles a seu favor, em situações do tipo: a mamãe disse "não", então vou falar com o papai.
Sentimentos contraditórios surgirão: é natural que uma criança sinta-se frustrada por ter ouvido um "não" para algo que Deseje muito e tente de todas as formas conseguir o que quer: birra, fazer chorar, se jogar no chao. Esse comportamento faz parte da personalidade da criança em formação, que testa todo o tempo, regras e valores. Também é natural que os pais sintam-se, em um primeiro momento, inseguros diante de uma reação de birra e choro da criança diante de uma negação.

Neste momento é muito importante que os adultos não deixem que a culpa se instale. Culpa, nesses casos, só servirá para atrapalhar ea criança Rapidamente perceberá esse sentimento e Tentara tirar proveito disso. Por isso é tão importante que os pais tenham certeza absoluta dos valores e regras que estão impondo. Ceder à vontade da criança dificulta o processo, na medida em que ela se sentirá cada vez mais forte para conseguir o que queres em uma próxima situação.Saber aceitar os limites é saber lidar com as frustrações. É como querer estacionar em uma vaga bem na frente do local que você vai poder mas não, pois há uma placa de "Estacionamento Proibido". Se você insistir em estacionar, será multado. As limitações estão em todo o lugar, É Necessário saber lidar com elas da melhor forma possivel.

Essa aprendizagem Ocorre desde cedo.

Criança NECESSITA DE regras claras. E regras claras necessitam de rotina. Nas situações de rotina, a criança reconhece uma seqüência de acontecimentos e sabe o que esperar, sentindo-se mais segura. Se os pais sustentarem essa rotina, será mais difícil a criança tentar modificá-la.

Para os pais que ainda tem dúvidas, uma proposta, imaginem uma que seguinte situação: uma criança muito levada, sem limites, que por vezes agride seus amiguinhos e não Respeita as regras dos ambientes que freqüenta. Com o tempo, as pessoas começam a se afastar dela, e ela começa a não ser mais convidada para as festinhas dos amigos etc
Uma pergunta: é isso o que você quer para o seu filho? Você gostaria que ele fosse excluído do grupo por problemas de comportamento? É claro que não!

Então, pense no que você tem amor por seu filho e Eduque-o com uma firmeza e segurança que ele necessitará para ser sempre feliz.

marimaura ************* ***********

Indiferença ou desprezo?




Indiferença ou desprezo?
A meu ver existe um grande abismo que divide a indiferença, do desprezo!E eu acho interessante as pessoas que desprezam acharem que estão sendo indiferentes!

Definições de Indiferença:
O que é indiferença? Seria um desvio de comportamento, um costume, uma forma de sobrevivência, um mecanismo de defesa, de resistência, ou conseqüência do egoísmo e do medo? O fato é que todos nós, uns mais outros menos, somos indiferentes, "passamos ao largo" de muitas coisas, realidades, fatos e pessoas, em algumas situações, até de nós mesmos.
A indiferença tem um poder devastador. Ela é a companheira doentia do dominador e opressor, também dos que preferem as desigualdades, a violência, o ódio e a morte. Os indiferentes, de uma forma ou de outra, ferem, rejeitam, excluem, matam.
Definições de Desprezo:
Consultando um desses dicionários de bolso, a palavra desprezo revela o que é na verdade. Falta de apreço; desdém, repulsa com nojo.Não existe coisa mais triste que o desprezo. Ainda mais quando tal sentimento é acompanhado de vingança, ódio...
Estudos recentes mostram que o desprezo de uma pessoa pela outra pode ser bom, pois induzem as pessoas a um nível de tristeza e essa tristeza pode levar a pessoa mesmo que inconscientemente a ficar mais forte a problemas futuros, ou seja, sofrer faz bem pois isso ajuda e muito a vencer problemas da vida cotidiana..Há pessoas que preferem ignorar, levando consigo um jornal, uma revista, agenda....e se de repente tiver que usar a indiferença, finge que está lendo, finge que não viu e vai embora, por que dar o desprezo é o mesmo que você dar credibilidade a pessoa dela sentir-se tão mais do que é, fazendo com que sinta que está incomodando você.E há quem pense que a pessoa desprezada morre angustiada. Sente-se só, jogada às traças e pode de repente mudar sua forma de pensar, ser mais humana, mais humilde, levando-a a refletir sobre fatos e até a reconhecer seus erros e a um pedido de desculpas. O desprezo é a forma mais sutil de vingança. As pessoas se valorizam e são valorizadas pelas boas qualidades e boas ações. Indiferença e desprezo não vão levar ninguém a valorizar ninguém... Acho que é até uma atitude tosca e insegura..Valorize-se a si mesmo, pois valorizando a si outros também vão valorizar!!!Só você pode lhe dar o devido valor que mereces!!!
Essa de desprezo e indiferença é coisa antiga, praticada por pessoas sem personalidade. Para ser valorizada procure mostrar suas melhores qualidades e sentimentos, além de uma conversa aberta e sincera.O maior fator para ser amado é ser admirado...respeitado.
faça-te respeitar...faça-te ser admirada (o)...Não se menospreze.
Você não pode nunca fazer com as pessoas o que você não quer que façam com você... Mesmo que esse indivíduo já faz isso com você.
Em minha opinião, ninguém pode se rebaixar à esse nível... É preciso mostrar-se forte, segura (o) de si. Se a pessoa não te valoriza, é porque ela não merece a sua atenção. Então, não pense em desprezá-la. Esqueça.


Indiferença
O que é indiferença? Seria um desvio de comportamento, um costume, uma forma de sobrevivência, um mecanismo de defesa, de resistência, ou conseqüência do egoísmo e do medo? O fato é que todos nós, uns mais outros menos, somos indiferentes, "passamos ao largo" de muitas coisas, realidades, fatos e pessoas, em algumas situações, até de nós mesmos.
A indiferença tem um poder devastador. Ela é a companheira doentia do dominador e opressor, também dos que preferem as desigualdades, a violência, o ódio e a morte. Os indiferentes, de uma forma ou de outra, ferem, rejeitam, excluem, matam. Está correta a conclusão: o contrário do amor não é o ódio, mas a indiferença.
Esta poderosa doença está presente em toda história dos seres humanos, ela é milenar. Já nos relatos bíblicos a indiferença é apresentada como um comportamento que impede a vida, a salvação do outro, a cura, gestos de solidariedade. Cito somente duas cenas bíblicas. Primeiro a história de Jonas, ele foge da sua missão. No navio dormiu, ficou indiferente à tempestade que ameaçava a vida dos marinheiros. Enquanto fugiu da sua missão ficou indiferente a tudo e a Deus. Cito, ainda, a parábola do bom samaritano (Lc 10). O sacerdote e o levita passaram ao largo da vítima do assalto. Preferiram a indiferença e negaram-lhe socorro e cuidado. O samaritano, uma pessoa simples, atendeu aos gritos da vítima. Com facilidade verificamos que a indiferença das pessoas causou sofrimento e morte na história da humanidade.
Creio que podemos resistir, nos defender e sobreviver, resgatando e desenvolvendo outros valores e mecanismos de relações humanas que, por sua vez, passam ao largo da indiferença. A vida comunitária de fé associada ao exercício saudável da cidadania é um milagroso remédio contra o mal da indiferença. Quero dizer que uma espiritualidade participativa, fundamentada no evangelho, e o exercício de uma cidadania ativa tornam-nos atentos e ligados a tudo e uns aos outros, envolvem-nos com o sofrimento do outro e com a alegria de todos. É por isso que cremos na renovação da vida. O amor e a graça de Deus anunciam diariamente para nós a possibilidade de renascimento e desperta-nos para a ação pela vida, para o envolvimento comunitário e social. Quando não nos isolamos em nossos "mundinhos", quando evitamos pensar só em nós mesmos, quando abrimos nossos olhos e ouvidos, os sinais, a graça e o amor de Deus nos constrangem e denunciam a nossa indiferença, movendo-nos para caminhos novos que transpiram vida, justiça, esperança e paz O que é indiferença? Seria um desvio de comportamento, um costume, uma forma de sobrevivência, um mecanismo de defesa, de resistência, ou conseqüência do egoísmo e do medo? O fato é que todos nós, uns mais outros menos, somos indiferentes, "passamos ao largo" de muitas coisas, realidades, fatos e pessoas, em algumas situações, até de nós mesmos.
A indiferença tem um poder devastador. Ela é a companheira doentia do dominador e opressor, também dos que preferem as desigualdades, a violência, o ódio e a morte. Os indiferentes, de uma forma ou de outra, ferem, rejeitam, excluem, matam. Está correta a conclusão: o contrário do amor não é o ódio, mas a indiferença.
Esta poderosa doença está presente em toda história dos seres humanos, ela é milenar. Já nos relatos bíblicos a indiferença é apresentada como um comportamento que impede a vida, a salvação do outro, a cura, gestos de solidariedade. Cito somente duas cenas bíblicas. Primeiro a história de Jonas, ele foge da sua missão. No navio dormiu, ficou indiferente à tempestade que ameaçava a vida dos marinheiros. Enquanto fugiu da sua missão ficou indiferente a tudo e a Deus. Cito, ainda, a parábola do bom samaritano (Lc 10). O sacerdote e o levita passaram ao largo da vítima do assalto. Preferiram a indiferença e negaram-lhe socorro e cuidado. O samaritano, uma pessoa simples, atendeu aos gritos da vítima. Com facilidade verificamos que a indiferença das pessoas causou sofrimento e morte na história da humanidade.
Creio que podemos resistir, nos defender e sobreviver, resgatando e desenvolvendo outros valores e mecanismos de relações humanas que, por sua vez, passam ao largo da indiferença. A vida comunitária de fé associada ao exercício saudável da cidadania é um milagroso remédio contra o mal da indiferença. Quero dizer que uma espiritualidade participativa, fundamentada no evangelho, e o exercício de uma cidadania ativa tornam-nos atentos e ligados a tudo e uns aos outros, envolvem-nos com o sofrimento do outro e com a alegria de todos. É por isso que cremos na renovação da vida. O amor e a graça de Deus anunciam diariamente para nós a possibilidade de renascimento e desperta-nos para a ação pela vida, para o envolvimento comunitário e social. Quando não nos isolamos em nossos "mundinhos", quando evitamos pensar só em nós mesmos, quando abrimos nossos olhos e ouvidos, os sinais, a graça e o amor de Deus nos constrangem e denunciam a nossa indiferença, movendo-nos para caminhos novos que transpiram vida, justiça, esperança e paz


O estado atual da "arte de odiar"

Por Dr. Valério Guilherme Schaper Publicado 10/2/2005 Artigos , Sociedade / cidadania



À primeira vista, o ódio parece uma coisa imutável, isto é, ódio é sempre ódio em todas as circunstâncias e em todos os tempos. Desconfio que não seja assim. Ódio, suspeito, muda, transforma-se, em suma, “evolui”, acompanhando a história humana. Quero apresentar algumas linhas de reflexão sobre o estado da “arte de odiar” neste obscuro momento brasileiro em que “assistimos” a eliminações sumárias de moradores de rua.
Eu lembro que temos um retrospecto de ódios recentes no Brasil. Um tempo atrás justiçávamos bandidos. Quantas conservam ainda esta memória? Foi o tumultuado período dos linchamentos. A turba popular, por uma fração de tempo, tornava-se um corpo social com um mesmo pensamento, vontade, decisão e obstinação: punir o malfeitor, qualquer que fosse. Não havia qualquer hierarquia nesses linchamentos: estupradores, batedores de carteira, ladrões, etc. Não importava o crime. Apanhado pela massa desgovernada, o malfeitor não tinha chance. Outras vezes, eles eram subtraídos das mãos, supostamente fortes, da lei e submetidos ao julgamento popular com imediata execução da pena. Eram mortos a pauladas e depois, em alguns casos, queimados vivos. Assim, em qualquer parte do país e a qualquer hora podia erguer-se o implacável tribunal popular com sua tácita legislação que franqueava a pena de morte após julgamento sumário. Passados estes anos terríveis, aqueles pais de família, aquelas mães, aquelas crianças e aquelas mocinhas voltaram às suas vidas e estão por aí, cumprindo seu papel neste nosso “belo quadro social”. Acreditavam que um país se fazia pela justiçamento sumário de criminosos através de uma massa anônima de cidadãos/ãs-assassinos/as impunes.
Antes, em seguida e depois, tivemos e temos os grupos de extermínio. Setores da sociedade financiam grupos (policiais e para-policiais) que eliminam meninos de rua e delinqüentes – pequenos ladrões – para tranqüilidade das ruas e do comércio. Depois, começamos a botar fogo em índios e mendigos. Aí não tínhamos mais uma massa, mas pequenos grupos isolados, sem coordenação, sem um código comum partilhado. Apenas explosões de violência aqui e ali. Nestes casos, o resto da sociedade reagiu. Indignou-se e houve julgamentos. Parecíamos haver redescoberto o rumo de uma nação com regras claras de convivência. Afora a violência do crime organizado (tráfico, seqüestro, etc.), execrável por si mesma e no aguardo de medidas cada vez mais efetivas, parecíamos haver reencontrado a senda para uma sociedade que, embora sob o efeito de tremendas injustiças (trabalho escravo, miséria, corrupção, etc.), procurava exorcizar explosões fratricidas.
No entanto, eis que estamos às voltas com eventos da mesma natureza, cozinhando, na mesma panela suja, novos ódios. Agora, assassinamos moradores de rua, indistintamente. Assassinamos os “sem-nada” da nação. Estou usando propositalmente a primeira pessoa do plural porque, contra todas as evidências superficiais, no fundo, todos nós já pensamos que o Brasil ficaria melhor sem tanto/as marginais, menores, mendigos, pessoas inúteis, moradores de rua, etc. Bom, alguém/alguns dentre nós passou/passaram do desejo à realização. Aí está nosso anseio atendido. Eis o nosso sonho transformado em pesadelo para os que estão do outro lado da margem, do outro lado da linha invisível que separa, classifica, valoriza, julga e restringe o todo social e controla o acesso à sociedade de consumo. Para estes/as, nem mesmo a rua – por natureza espaço democrático de acolhida irrestrita – cederemos. Sim, queremos os “shoppings” e também as praças, e os parques, e as ruas e tudo mais, pois nós somos as/os cidadãs/aos. Isso tudo nos pertence e não fluiremos nem gozaremos tranqüilamente destes espaços enquanto tivermos que dividi-lo com estes deserdados da vida. Aos que nada mais conseguem obter da vida, tiraremos a própria vida para que tenhamos mais vida. Dos “sem-nada” quitaremos o que resta para que cheguem mais rapidamente à condição de “nada”.
Sujos, feios, desagradáveis, desgraçados, pobres, em síntese, culpados, estragam o cenário de nossas cidades e são a causa de nossos males sociais. Sim, assim pensam alguns dentre nós que personificam a patologia de toda a sociedade brasileira e acham que certos setores sociais, como os menores infratores, os moradores de rua, os nordestinos, os homossexuais, os negros, são a razão de nossas desgraças. Nem mesmo o protesto expresso da sociedade, alardeado pelos meios de comunicação, nem as declarações firmes das autoridades constituídas parecem sinalizar para os assassinos que eles estão na contra-mão da humanidade, pois se trata de crimes lesa-humanidade. Sim, é da vida que estamos falando, toda ela. Se transigirmos de qualquer forma com ameaças ou atentados à vida, reduzimos seu estatuto, reduzimos, conseqüentemente, o valor do ser humano. Só a defesa coletiva, permanente e irrenunciável da vida nos abrirá o futuro. O contrário disso, leitores/ras, é a barbárie.
Entretanto, sem nos darmos conta disso, o Brasil é hoje uma sociedade dividida em um sem número de “grupelhos”: “skinheads” (neonazistas), pit-boys da classe média, gangues de subúrbio, torcidas organizadas de times, fanáticos religiosos, policiais a soldo de comerciantes para reforçar o orçamento doméstico, etc. Por todo lado, explode a violência gratuita destes grupos. É uma nova forma de ódio. É ódio sem razão de ser, sinalizando a nova etapa evolutiva da ancestral “arte de odiar”. Em Eunápolis, sul da Bahia, três jovens, na madrugada do dia 31 de agosto, espancaram um morador de rua, provocando traumatismo craniano. Em depoimento à Polícia afirmaram que não tinham motivos para agredir. Agrediram, disseram, “porque tiveram vontade”.(http://jornalhoje.globo.com/JHoje/0,19125,VJS0-3076-20040831-60386,00.html, acessado em 01.09.04). A violência brutal dos ataques é quase como um espasmo “involuntário” do ódio enquanto norma de convivência.
Seria este ódio gratuito apenas uma espécie de banalização do mal? Não, é um culto simbólico da violência como forma de afirmação da superioridade de poder, de um tipo de superioridade social, da superioridade de gênero expressa na força do macho, da superioridade étnica em sua versão branca, do exercício primitivo de delimitação de espaços vitais, etc. O ódio parece ter se emancipado de sua matriz social, que tem como uma das referências o nosso anseio pela introdução da pena de morte na legislação brasileira. Independente, o ódio cria agora suas próprias regras – ou ausência delas – e razões e generaliza-se, e alastra-se. É a metástase do ódio, avançando ruidosamente sobre o tecido social. Ele principia pelos tecidos mais frágeis, vulneráveis, do todo social. Como um câncer, o ódio não conhece limites. Espalha-se por todo o tecido. Quem garante que no seu bairro, no seu prédio não resida pacatamente um/a desses/as raivosos/as assassinos/as de “sem-nada”? São como minas terrestres abandonadas, qualquer movimento em falso pode detoná-las.
Metodologicamente aparentado com o terrorismo, este ódio espalha o pavor e alimenta-se do medo generalizado. O terreno é fértil para os discursos políticos fortes, autoritários, sobre segurança pública nas campanhas eleitorais municipais. Quando finalmente parecíamos entrar na ante-sala da democracia, surgem estes episódios, favorecendo a truculência nos discursos eleitorais, mas, sobretudo, nas práticas políticas de enfrentamento à violência. A insegurança instala-se e passa a determinar nossas escolhas eleitorais e a legitimar práticas políticas de exceção.
Que candidatas ou candidatos estariam dispostos a colocar sua candidatura a prêmio, propondo que a solução duradoura para episódios deste tipo passa por um amplo processo de educação de toda a sociedade para a tolerância, enfatizando a introdução de noções de convivência social com as diferenças sociais, culturais, étnicas, de gênero como matéria obrigatória dos currículos escolares? Se o fizerem, o farão timidamente. A sociedade espera medidas de impacto que solucionem imediatamente a violência. Entretanto, o ódio, sobretudo este ódio que parece haver se instalado entre nós e em nós não é fácil de extirpar. Ele não é da ordem dos problemas sociais estruturais. Ele tem profundas raízes culturais, antropológicas. Ele é da ordem dos símbolos, isto é, daquelas imagens-força que estruturam os sentidos da vida e da sociedade.
Neste ponto, nossos governos (do município à federação) precisam de ajuda. Certamente neste ponto, as religiões podem somar forças entre si e com os governos. Obviamente elas não têm a solução, até porque as religiões sabem, como poucas instituições humanas, como odiar. Entretanto, as religiões articulam-se nesta ordem dos símbolos estruturantes e poderão contribuir, humildemente, com a sabedoria acumulada de suas propostas éticas, seus valores e seu anseio pela paz. Para isso, as religiões precisarão sair de seus seculares estreitamentos para um diálogo franco com a sociedade. A religião cristã, sobretudo aquele setor que no Brasil organiza-se em torno do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC – www.conic.org.br), está dando um significativo passo, trabalhando decisivamente pela campanha da “Década para a Superação da Violência (2001-2010)”, proposta pelo Conselho Mundial de Igrejas (CMI), e pela “Campanha Ecumênica da Fraternidade 2005”, cujo tema é “Solidariedade e Paz” e o lema, “Felizes os que promovem a paz”. A promoção da paz reserva-nos uma promessa de felicidade. É afirmação bíblica! Que os membros de nossas comunidades façam do esforço de superação de todas as formas de violência e da busca da paz a sua causa, pois é também a causa de Deus. Ora, a causa de Deus não é outra que o ser humano, vivendo uma vida digna em paz e em abundância.

Encerro esta reflexão com um trecho da oração da “Campanha Ecumênica da Fraternidade 2010”:
Ó Senhor, Deus da vida, que cuidas de toda a criação, dá-nos a paz!
Que a nossa segurança não venha das armas, mas do respeito.
Que a nossa força não seja a violência, mas o amor. (...)
Que a nossa vitória não seja a vingança, mas o perdão.
Desarmados e confiantes, queremos defender a dignidade de toda a criação,
partilhando, hoje e sempre, o pão da solidariedade e da paz.
Por Jesus Cristo teu Filho divino, nosso irmão, que,
feito vítima da nossa violência, ainda do alto da cruz, deu a todos o teu perdão.

***************marimaura***************

Sentimentos e emoções

  Os pensamentos nos assolam de tal forma que vamos nos sentindo fragilizados e indefesos. As emoções, quando chegam nos faz pequenos e frág...